Petróleo desacelera com chance de apoio militar no Estreito de Ormuz, mas fecha em alta de quase 5%

Rota é responsável pelo escoamento de cerca de 20% da commodity negociada no mundo

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Os contratos futuros de petróleo tiveram mais um dia de alta firme nesta 3ªF, embora tenham reduzido fortemente o movimento na reta final do pregão, após a notícia de que os EUA consideram oferecer proteção militar para navios-tanque no Estreito de Ormuz, segundo fontes do site Politico.

A rota é responsável pelo escoamento de cerca de 20% da commodity negociada no mundo.

O governo americano estaria avaliando também a possibilidade de arcar com o seguro necessário para que os petroleiros continuem navegando na região.

Mais cedo, o general da Guarda Revolucionária Islâmica, Ebrahim Jabbari, prometeu atacar todos os centros econômicos do Oriente Médio se as agressões dos EUA e de Israel persistirem.

Ele citou o fechamento de Ormuz e previsão de que o valor do petróleo poderia chegar em breve a US$ 200 o barril.

Os preços do produto nos EUA subiram quase US$ 10 por barril desde o fim da semana passada, com a continuidade dos combates.

Na sessão de hoje, o contrato do Brent para maio bateu máxima de US$ 85,12 (+9,5%) e fechou com ganho de 4,70% na ICE, a US$ 81,40. Já o WTI para abril também chegou a avançar 9,50% (máxima de US$ 77,98), terminando em US$ 74,56 o barril (+4,67%) na Nymex.

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