Petróleo desaba com promessas de Trump de que a guerra terminará logo

Mercado segue atento à situação no Estreito de Ormuz, responsável por 20% do fluxo global

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Em uma sessão bastante volátil, os contratos futuros de petróleo oscilaram ao sabor de cada nova notícia sobre a guerra entre EUA e Irã, que chegou ao 11ª dia.

Os preços recuaram forte no início dos negócios, diante das declarações de Trump, ontem no fim do dia, de que o conflito estaria perto do fim e que os EUA poderiam assumir o controle do Estreito e Ormuz – que está fechado, embora existam relatos de que alguns navios conseguiram passar.

No momento mais intenso, as cotações da commodity chegaram a cair 18% com uma publicação do secretário de Energia, Chris Wright, nas redes sociais, na qual ele afirmava que a Marinha dos EUA havia escoltado um petroleiro pelo Estreito de Ormuz.

Poucos minutos depois, a postagem foi apagada e a Casa Branca confirmou que não houve nenhuma escolta, embora “seja uma possibilidade”, reduzindo o movimento do petróleo.

No fechamento, o contrato do Brent para maio caiu 11,27%, a US$ 87,80 por barril na ICE, enquanto o WTI para abril recuou 11,94%, a US$ 83,45 por barril na Nymex.

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