Ouro sobe firme, mas fecha o 2º mês consecutivo em queda, de 1%

Petróleo cai, mas pressões inflacionárias persistem

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Foto: (Foto: Unsplash)

Após três sessões consecutivas de perdas, o ouro subiu firme nesta 5ªF, beneficiado pelas quedas do dólar e do petróleo – ainda que a valorização acumulada deste último siga trazendo preocupações inflacionárias, em meio às incertezas no Oriente Médio.

Tal cenário praticamente afasta as perspectivas de cortes de juros pelas principais economias. Ontem, o Fed manteve a taxa americana, e hoje foi a vez de BoE (Reino Unido) e BCE (Europa/zona do euro) anunciarem a mesma decisão.

Há pouco, a moeda americana recuava 0,82% (DXY) frente a pares, enquanto os preços do petróleo cediam após atingirem a maior cotação em quatro anos no início do pregão.

Em relação à guerra, Trump teria apresentado um novo plano, com o objetivo de criar uma aliança marítima para reabrir o Estreito de Ormuz, enquanto não descartaria a retomada dos ataques, diz a imprensa internacional. Do lado iraniano, o líder supremo Mojtaba Khamenei divulgou comunicado afirmando que a República Islâmica irá “proteger” suas “tecnologias avançadas” da mesma forma que cuida suas fronteiras, ou seja, indicando que não abrirá mão de tecnologia nuclear e de mísseis.

Em relação à perspectiva para o metal precioso, o Citi manteve suas projeções inalteradas em US$ 4.300 para até três meses e em US$ 5.000 para seis a doze meses, noticiou a Reuters.

No fechamento, o contrato do metal precioso para junho avançou 1,49%, cotado a US$ 4.629,60 por onça-troy na Comex. No acumulado de abril, o desempenho é negativo em 1,04%.

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