Ouro renova recordes e ultrapassa patamar de US$ 4,8 mil com Groenlândia no foco

Movimento tem como fator principal busca por ativos seguros

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Foto: (Foto: Pexels)

O ouro renovou marcas históricas nesta quarta-feira, pelo segundo dia consecutivo, superando pela primeira vez o patamar de R$ 4.800 por onça-troy. O movimento tem como fator principal a busca por ativos seguros, com o aumento dos riscos globais em meio às tensões geopolíticas, sobretudo a insistência de Trump de controlar a Groenlândia.

O presidente americano disse hoje, pela primeira vez, que não quer usar a força para atingir esse objetivo, mas pontuou que “irá lembrar” se lhe for negativo esse desejo. Ele não detalhou o que poderia acontecer, mas sustenta a ameaça tarifária a países da UE.

“Há um certo receio de perder essa oportunidade e, dada a situação geopolítica mundial, acho que é a tempestade perfeita para preços mais altos do ouro no momento”, diz Bob Haberkorn, estrategista sênior de mercado da RJO Futures, à CNBC.

O contrato do ouro para fevereiro fechou hoje em alta de 1,50% na Comex, cotado a US$ 4.837,50 por onça-troy (novo recorde), após atingir nova máxima histórica intradia, a US$ 4.891,10.

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