Juros futuros queimam prêmios com atuação do Tesouro e melhora na percepção de risco no exterior
Quedas do dólar e do petróleo ajudaram
Os juros futuros devolveram nesta 2ªF boa parte dos prêmios acumulados na 6ªF, embalados por duas intervenções do Tesouro no mercado, com recompras de títulos prefixados e indexados à inflação para dar liquidez aos investidores.
A queda expressiva do dólar e a melhora na percepção de risco no exterior, com recuo do petróleo e a possibilidade de negociações diplomáticas para encerrar a guerra, colaboraram para o alívio das taxas, a dois dias da decisão do Copom.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,070% (de 14,291% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,535% (13,878%); Jan/31 a 13,725% (14,110%); e Jan/33 a 13,795% (14,182%).