Após sessão de alívio, juros futuros voltam a subir com possibilidade de greve dos caminhoneiros

Decisão traria novas pressões inflacionárias

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Na véspera do Copom, os juros futuros operaram durante boa parte da sessão em baixa, acompanhando o maior apetite por risco nos demais mercados e reagindo às novas intervenções do Tesouro, com recompras de prefixados e NTN-Bs.

Porém, as taxas passaram a subir no meio da tarde, após notícia da Folha de que os caminhoneiros estariam planejando uma paralisação nos próximos dias para protestar contra o reajuste do diesel (veja nota às 15h23).

Uma greve nos moldes da que ocorreu em 2018 poderia gerar novas pressões inflacionárias e levar o Copom a abortar os planos de afrouxamento monetário.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,135% (de 14,070% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,605% (13,561%); Jan/31 a 13,755% (13,747%); Jan/33 a 13,810% (13,822%).

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