Sem referência de NY, Ibovespa sobe com perspectivas sobre a guerra; Petrobras limita alta

Papéis da estatal acompanham o recuo do petróleo

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Foto: (Foto: Pixabay)

O Ibovespa sobe a 176.797,53 (+0,33%) com as perspectivas de um acordo no Oriente Médio, após Trump dizer que as negociações estavam indo bem.

Apesar do impasse sobre o acordo nuclear e alguns desencontros nos discursos de um lado e de outro, o petróleo cai em torno de 5%, abaixo dos US$ 100 por barril.

Sem a referência de NY, fechado por feriado, a liquidez e o volume devem ser reduzidos.

Os juros futuros recuam enquanto o dólar cai a R$ 5,0102 (-0,36%).

Mais cedo, o Boletim Focus apontou inflação mais alta este ano, rodando acima dos 5%.

Bancos (Itaú +1,72%, Bradesco PN +1,70%) sobem; Vale (-0,49%) e Petrobras (ON -1,97%; PN-1,66%) caem.

A semana promete dados importantes de inflação e atividade no Brasil e no exterior, entre eles o IPCA-15 de maio, na 4ªF, e o PIB do 1Tri na 6ªF.

Nos EUA, segunda leitura do PIB do 1Tri, e o PCE de abril, medida de inflação preferida do Fed.

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