Giro das 15h: Petróleo derrete com reabertura de Ormuz; bolsas se recuperam e juros recuam
Mercado aguarda a ata do Fed, que sai em instantes
Os mercados globais têm uma sessão de forte apetite por risco, com investidores reagindo ao tombo do petróleo (Brent/julho -6,25%, a US$ 104,32).
A commodity recua após notícia de que o Irã reabriu parcialmente o Estreito de Ormuz e deixou 26 navios passarem nesta manhã, entre eles, três superpetroleiros que estavam retidos há meses na região.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou que o país quer encerrar o conflito em todas as frentes, incluindo o Líbano.
Enquanto aguardam a divulgação da Ata do Fed, em instantes, e o balanço da Nvidia (+2%) após o fechamento, os investidores retomam as compras nas bolsas em NY (Dow Jones +1,19%; S&P500 +0,92%; Nasdaq +1,30%)
Também são corrigidos os excessos no mercado de Treasuries (T-bond de 30 anos a 5,119%, de 5,183% ontem), após o papel de 30 anos atingir a maior taxa em quase duas décadas.
Por aqui, o Ibovespa pega carona na melhora externa (+2,11%, aos 177.947 pontos), embora Petrobras ON (-3,17%) e PN (-2,80%) limitem a recuperação.
O dólar recua 0,66% (R$ 5,0073), em linha com o exterior (DXY -0,18%, aos 99,155 pontos).
Os juros futuros acompanham o alívio nos Treasuries (DI Jan/27 a 14,065%; Jan/29 a 13,930%; Jan/33 a 14,190%).