Giro das 15h: Guerra segue, petróleo dispara 13% e bolsas recuam em NY; Ibovespa cai menos

Petrobras impede recuo mais forte do principal índice da B3

Analyzing data. Close up of a young businessman who holds glasses and looks at the gff while working in a creative office
Foto: Analyzing data. Close up of a young businessman who holds glasses and looks at the gff while working in a creative office.

Petrobras impede recuo mais forte do principal índice da B3

As bolsas norte-americanas engatam mais uma sessão negativa nesta 6ª feira (Dow Jones -1,27%; S&P500 -1,22%; Nasdaq -1,12%).

Os investidores se deparam com um quadro complexo, de emprego fraco e tendência de alta para a inflação no EUA.

A continuidade dos conflitos no Oriente Médio e a declaração de Donald Trump, de que “não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional”, indica que a guerra está longe de acabar.

Além disso, o payroll de fevereiro surpreendeu o mercado com o fechamento de 92 mil empregos no mês.

O dado contrariou a expectativa de criação de 55 mil vagas, o que reacendeu as chances de o Fed cortar os juros em junho.

O dólar perde força globalmente (DXY -0,33%, aos 98,989 pontos) e também diante do real (-0,12%, a R$ 5,2804).

Por aqui, a forte alta de Petrobras ON (+5,30%) e PN (+4,47%) após o balanço e em reação à disparada do petróleo (Brent/maio +10,05%, a US$ 93,99; WTI/abril +13,66%, a US$ 92,08) evita uma queda maior do Ibovespa (-0,50%, aos 179.570 pontos).

Já os juros futuros voltam a acumular prêmios (Jan/27 a 13,660%; Jan/33 a 13,865%) diante da combinação de aversão ao risco e incerteza sobre o ciclo de afrouxamento do Copom.

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