Giro das 12h: Liberação de reservas de petróleo alivia, mas incerteza sobre guerra impede mais riscos
Contratos futuros oscilaram pela manhã e o Estreito de Ormuz segue bloqueado
O Ibovespa subiu à máxima de 185.714,27 pontos e há pouco estava na casa dos 184.960,11 pontos (+0,82%), com apoio de Petrobras (ON +4,63%; PN +4,17%).
Já NY opera mista, em sessão forte para as techs. Dow Jones cai -0,34%, o S&P 500 sobe 0,13% e Nasdaq +0,30%, com a Oracle subindo 12,25% após superar as expectativas de lucro.
O petróleo oscilou muito pela manhã e há pouco mirava os US$ 90 o barril, em alta acima de 3%.
Incerteza sobre a guerra limita tomada de mais riscos. As notícias são de que o Estreito de Ormuz segue bloqueado e Trump voltou a sinalizar que o fim da guerra está próximo.
A AIE recomendou a liberação das reservas, cerca de 400 milhões de barris, o que foi confirmado pelo Japão e pela Alemanha.
O DXY retoma ganhos, aos 99,106 pontos (+028%) e os rendimentos dos Treasuries de 10 anos subiram a 4,19%, segundo aumento consecutivo.
Aqui, a moeda se estabiliza a R$ 5,1548 (-0,05%) e os juros reduziram alta.
Entre os dados do dia, o CPI dos EUA de fevereiro veio em linha com as previsões, estável e acima da meta.
Como o dado não reflete o conflito, fica mantida a expectativa de estabilidade para o juro americano na próxima semana.
O varejo brasileiro apontou alta nas vendas (+0,4%), revertendo a queda de 0,4% em janeiro e contrariando previsão mediana de -0,1%.