Abertura: Dólar e juros sobem com impasse na guerra sustentando alta do petróleo
Moeda norte-americana se fortalece em todo o mundo
Após máxima de R$ 5,0103, o dólar reduziu alta e sobe 0,18% frente ao real, a R$ 4,9909, com possível fluxo externo.
Os juros acompanham a moeda e os rendimentos dos Treasuries (o de 10 anos a 4,36%) após o IPCA-15.
A inflação do meio do mês (+0,89%, de +0,44%) mostrou pressão de energia, mas veio aquém do estimado (0,98%).
O dólar se fortaleceu globalmente, com o Brent atingindo a máxima de US$ 112,70 o barril por impasse na guerra que já dura três meses.
É esperada uma resposta dos EUA a uma proposta do Irã, mas os relatos são de insatisfação, já que o programa nuclear segue como ponto de atrito.
O petróleo reduziu um pouco a alta após os Emirados Árabes anunciarem sua saída da Opep a partir de 1º de maio, o que representaria uma vitória para Trump.
Há pouco o Brent estava cotado a US$ 111,12 (+2,67%) e o WTI a US$ 99,56 (+3,36%).
O DXY sobe 0,22%, a 98,709, estável ante o iene (159,529/US$), depois que o BoJ se dividiu sobre a manutenção dos juros, elevando chances de aperto à frente.
FOMC e Copom decidem juros amanhã.