Embate eleitoral no Brasil e indefinições no Oriente Médio seguem no radar
Governo avalia impacto do reconhecimento do CV e o PCC como organizações terroristas por parte dos EUA
A semana termina com mais um embate na guerra eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro.
A viagem do senador aos EUA, além de desviar o foco sobre a proximidade dele com Daniel Vorcaro, rendeu uma foto ao lado de Trump e uma dor de cabeça para o governo, que tentava evitar que os EUA reconhecessem o CV e o PCC como organizações terroristas.
Enquanto isso, em Washington, o governo americano “cozinhou” por mais uma semana uma solução para o conflito no Oriente Médio, deixando no ar um suposto rascunho de acordo para prorrogar o cessar-fogo e liberar a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, enquanto lança ataques pontuais contra o Irã.
A estratégia deu certo: ajudou a derrubar o petróleo e animou os investidores de Wall Street, que voltaram a olhar com carinho para a Inteligência Artificial e renovaram os recordes das bolsas.
No fim das contas, a guerra, que deveria durar de 4 a 6 semanas, já completou três meses.
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