Giro das 15h: Crise no Reino Unido contamina mercados globais; dólar e juros longos disparam, enquanto bolsas recuam

Primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está sendo pressionado para renunciar

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Foto: Foto: Freepik

Os mercados globais operam mais cautelosos nesta 6ªF, em meio à crise política que atinge o Reino Unido, com pressões para saída do primeiro-ministro Keir Starmer.

O receio dos investidores é de que uma eventual troca de comando por lá leve o governo britânico a adotar uma postura fiscal menos responsável, o que faz os rendimentos dos Gilts dispararem (papel de 10 anos sobe a 5,182%, de 4,995%), pressionando títulos públicos de outros países, como o T-note americano de 10 anos (4,593%, de 4,489%).

Por aqui, os juros futuros mais longos refletem o clima externo e disparam até 15 pb (DI Jan/33 a 14,290%).

Em NY, investidores aproveitam para embolsar os ganhos recentes nas bolsas (Dow Jones -0,88%; S&P500 -0,72%; Nasdaq -0,85%). O dólar se fortalece globalmente (DXY +0,42%, aos 99,231 pontos), inclusive sobre divisas emergentes (+0,74%, a 17,34 pesos mexicanos; +1,23%, para 907,48 pesos chilenos; +1,20%, a 16,67 liras turcas).

Aqui, o dólar à vista segue a tendência externa (+1,45%, a R$ 5,0587), com o ruído eleitoral também fazendo preço, enquanto o mercado aguarda a nova pesquisa Datafolha.

O Ibovespa recua 0,73% (177.056 pontos), contido pela alta de Petrobras ON (+1,42%) e PN (+0,80%), que reagem à alta do petróleo (Brent/julho +3,24%, a US$ 109,15).

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