Juros futuros queimam prêmios com atuação do Tesouro e melhora na percepção de risco no exterior

Os juros futuros devolveram nesta 2ªF boa parte dos prêmios acumulados na 6ªF, embalados por duas intervenções do Tesouro no mercado, com recompras de títulos prefixados e indexados à inflação para dar liquidez aos investidores.

A queda expressiva do dólar e a melhora na percepção de risco no exterior, com recuo do petróleo e a possibilidade de negociações diplomáticas para encerrar a guerra, colaboraram para o alívio das taxas, a dois dias da decisão do Copom.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,070% (de 14,291% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,535% (13,878%); Jan/31 a 13,725% (14,110%); e Jan/33 a 13,795% (14,182%).

++ Motta diz que Câmara pretende pautar nesta se

++ Motta diz que Câmara pretende pautar nesta semana projeto que estabelece um novo marco da resolução bancária no país

++ Relator da matéria, deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), protocolou a última versão do parecer no fim da semana passada

++ “Agora está ocorrendo o debate final com as bancadas para construir o consenso em torno do texto”, disse Motta 

O projeto, defendido pelo Banco Central, é uma resposta que a Câmara dá, segundo Motta, para “esse momento que estamos enfrentando”. Ele também avalia que o projeto é o “passo seguinte à própria autonomia do Banco Central”. Motta também afirmou que deve pautar para esta semana a urgência do projeto que atualiza o limite de faturamento das empresas enquadradas como MEI. “É um projeto que tem amplo apoio de praticamente todos os partidos, mas o mérito da matéria só será votado após uma discussão ampla com a equipe econômica.”

Juros futuros queimam prêmios com atuação do Tes

Juros futuros queimam prêmios com atuação do Tesouro e melhora na percepção de risco no exterior 

Os juros futuros devolveram nesta 2ªF boa parte dos prêmios acumulados na 6ªF, embalados por duas intervenções do Tesouro no mercado, com recompras de títulos prefixados e indexados à inflação para dar liquidez aos investidores. A queda expressiva do dólar e a melhora na percepção de risco no exterior, com recuo do petróleo e a possibilidade de negociações diplomáticas para encerrar a guerra, colaboraram para o alívio das taxas, a dois dias da decisão do Copom. No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,070% (de 14,291% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,535% (13,878%); Jan/31 a 13,725% (14,110%); e Jan/33 a 13,795% (14,182%). (Téo Takar)