CALIBRAÇÃO – O Copom preferiu usar o termo “cali

CALIBRAÇÃO – O Copom preferiu usar o termo “calibração” em vez de “flexibilização”, sugerindo que os próximos ajustes da Selic serão lentos – ou até inexistentes –, dado o nível ainda elevado de incertezas, especialmente por causa da guerra no Oriente Médio. O BC cita o longo período de Selic elevada para justificar o corte de hoje, mesmo com o risco inflacionário do petróleo. O Comitê “julgou apropriado dar início ao ciclo de calibração da política monetária, na medida em que o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica”. No mesmo trecho, ele deixa em aberto a possibilidade de nova pausa: “Criando condições para que ajustes no ritmo dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis de forma a assegurar o nível compatível com a convergência da inflação à meta.” (Téo Takar)

++⚠️ Copom: Em relação ao cenário doméstico, o c

++⚠️ Copom: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica

++ Enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência

++ Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta

++⚠️ Copom: Nesse momento, as projeções de infla

++⚠️ Copom: Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária

++ Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente

++ Em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados