Giro das 15h: Bolsas recuam, enquanto petróleo dispara e dólar sobe, com Irã resistente a negociar acordo de paz
As bolsas americanas ampliaram a queda nesta tarde (Dow Jones -0,17%; S&P500 -0,40%; Nasdaq -0,95%), reagindo ao avanço do petróleo (Brent +4,67%, a US$ 104,61; WTI +5,37%, a US$ 92,86), que por sua vez reflete as notícias de que o Irã segue resistente nas negociações de um acordo de paz.
Segundo a Bloomberg, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão perdendo a paciência com o Irã e consideram entrar em guerra. A Decisão poderá se concretizar se o governo de Teerã cumprir suas ameaças de atacar infraestruturas vitais de energia e água do Golfo.
No cenário doméstico, o Ibovespa (-0,26%, a 181.458 pontos) acompanha o exterior, enquanto o mercado absorve a Ata do Copom, que mostrou um BC mais cauteloso e evitando sinalizar os próximos passos.
Os juros futuros sobem, especialmente entre os vencimentos longos (Jan/27 a 14,240%; Jan/33 a 14,125%), assim como o dólar à vista (+0,56%, a R$ 5,2693), que reflete o clima de maior aversão ao risco global, mesmo após intervenção surpresa do BC, que injetou US$ 1 bilhão no mercado nesta tarde por meio de um leilão de linha.
++⚠️ Bolsonaro não poderá receber visitas de ali
++⚠️ Bolsonaro não poderá receber visitas de aliados durante por 90 dias, durante prisão domiciliar temporária
Segundo Moraes (STF), a suspensão das visitas é necessária para “resguardar o ambiente controlado” e evitar o risco de “sepse e controle de infecções”, uma vez que o ex-presidente trata de uma pneumonia bacteriana, decorrente de um quadro de broncoaspiração. Somente os filhos, a filha, a esposa, a enteada, médicos autorizados, fisioterapeutas e os advogados poderão visitar Bolsonaro em sua residência, às quartas e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h. Os advogados, no entanto, poderão visitar o ex-presidente em qualquer dia da semana, por 30 minutos, entre às 8h20 e 18h. As regras são as mesmas que eram seguidas enquanto Bolsonaro estava preso na “Papudinha”.
++⚠️ Fazenda/Durigan: Vamos propor aos Estados s
++⚠️ Fazenda/Durigan: Vamos propor aos Estados subvenção de R$ 1,20/litro para importadores de diesel
Ministro disse que o governo federal apresentou aos Estados uma contraproposta para reduzir o custo do diesel importado, baseada em uma subvenção direta aos importadores, em substituição à tentativa de zerar o ICMS sobre o produto. A subvenção tem custo total estimado em R$ 3 bilhões, dividido igualmente entre União e Estados. O benefício terá caráter temporário, com vigência até 31 de maio. O governo solicitou prazo até sexta-feira para que os entes subnacionais avaliem a adesão ao modelo, quando haverá uma nova reunião, em São Paulo, entre o ministro e os Estados.