++ Petrobras confirma incidente em sistema de re
++ Petrobras confirma incidente em sistema de refrigeração da Reduc, no Rio
++ Incidente ocorrido ontem afetou a produção de combustíveis da refinaria, mas problema foi prontamente controlado
Em nota, a estatal afirmou que foi realizada “uma parada segura” das unidades de processo e a ocorrência foi controlada, sem qualquer impacto às pessoas ou ao meio ambiente. A produção, ainda de acordo com a estatal, será normalizada ainda hoje. A companhia não informou quais combustíveis tiveram a produção suspensa. O incidente ocorre no momento que há preocupações com o abastecimento de combustíveis no país, diante dos altos preços do petróleo e derivados no mercado internacional.
++ BC vende US$ 1 bi em leilão de linha após pre
++ BC vende US$ 1 bi em leilão de linha após pressão no dólar ‘casado’
O BC aceitou uma proposta à taxa de corte de 5,171000%, com vencimento para 05 de maio de 2026 e venda de US$ 500 milhões. Enquanto outras duas propostas foram aceitas na venda da outra metade da oferta, à taxa 5,051000%, com vencimento em 02 de junho de 2026.
Giro das 15h: Bolsas afundam e petróleo dispara
Giro das 15h: Bolsas afundam e petróleo dispara 6% em meio a dúvidas sobre cessar-fogo no Irã; juros avançam após IPCA-15
O clima de aversão ao risco ganha força nos mercados globais, conforme cresce a incerteza sobre os próximos passos da guerra no Oriente Médio, após o Irã rejeitar inicialmente a proposta de cessar-fogo dos EUA e Donald Trump subir o tom das ameaças ao país. Em NY, Dow Jones (-0,96%); S&P500 (-1,48%) e Nasdaq (-2,03%) acentuam as perdas, sendo acompanhados de perto pelo Ibovespa (-1,34%, aos 182.938 pontos). O petróleo volta a disparar (Brent/maio +6,58%, a US$ 108,95; WTI/maio +5,50%, a US$ 95,29). O dólar à vista avança 0,61%, a R$ 5,2520, mesmo após o BC realizar há pouco um leilão de linha de até US$1 bilhão. E os juros futuros avançam principalmente na ponta curta (Jan/27 a 14,330%; Jan/33 a 14,135%), após Galípolo reforçar o tom de cautela da Ata do Copom em relação à guerra e o IPCA-15 de março (+0,44%) superar as expectativas (+0,29%). (Téo Takar)