++ MDIC/Herlon Brandão: É cedo para falar de mud
++ MDIC/Herlon Brandão: É cedo para falar de mudança estrutural em comércio com EUA por causa de tarifas
Segundo ele, os fluxos de comércio exterior levam tempo para se adaptar às novas condições de mercado. As exportações brasileiras para os EUA vêm registrando queda desde agosto do ano passado após a imposição de tarifas pelo governo americano. No mês passado, as vendas para os EUA caíram 14% em comparação ao mesmo período de 2025.
++ Planalto afirma em nota que nova tarifa dos E
++ Planalto afirma em nota que nova tarifa dos EUA, de 12,5% por condições de trabalho, é “absurda” e “lamentável”
++ “É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas protecionistas unilaterais”, diz o texto
++ “É um absurdo tentar associar a competividade da economia brasileira a insumos externos obtidos por meio de comércio que viole a dignidade humana”
++ “A Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece há décadas o Brasil como referência internacional no combate ao trabalho forçado”
++ “Graças à combinação de fiscalização, responsabilização, cooperação institucional e compromisso político”
Giro das 15h: Ativos locais passam por liquidação antes do feriado com tensão externa, Selic alta e tarifaço; NY devolve ganhos
As bolsas americanas passam por correção nesta 4ªF (Dow Jones -0,80%; S&P500 -0,50%; Nasdaq -0,82%), após sequência de recordes, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam, com o T-bond de 30 anos testando novamente a casa dos 5%.
Investidores reavaliam os riscos ligados à guerra no Oriente Médio, após ataques do Irã ao Bahrein e Kuwait, além do clima tenso entre Trump e Netanyahu por causa dos ataques israelenses no Líbano, o que sustenta nova alta do petróleo (Brent/agosto +2,19%, a US$ 98,10).
Na agenda do dia, o relatório ADP mostrou criação de 122 mil empregos no setor privado, pouco acima do esperado (117 mil), o que mostra um mercado de trabalho resiliente a abre espaço para o Fed retomar as altas de juros, diante da persistência da inflação e da continuidade da guerra.
Por aqui, os ativos mostram estresse generalizado, com Ibovespa em forte queda (-2,30%, aos 170.195 pontos), enquanto o dólar à vista sobe 1,32%, a R$ 5,0757, e os juros futuros disparam mais de 30 pb nos vencimentos intermediários e longos (DI Jan/27 a 14,280%; Jan/29 a 14,345%; Jan/33 a 14,350%).
Na véspera do feriado, além do clima negativo no exterior, o mercado local se ajusta a um cenário de juros mais altos, com o Copom provavelmente encerrando neste mês o ciclo de cortes da Selic. Ainda repercute a proposta de tarifaço de 25% pelos EUA sobre produtos brasileiros, o que gera ruído eleitoral.
Também está no radar a nova proposta de delação de Daniel Vorcaro.