++ JP Morgan: Brasil pode ser “porto seguro” na

++ JP Morgan: Brasil pode ser “porto seguro” na América Latina em momento de aversão ao risco, aponta equipe de estratégia liderada por Emy Shayo Cherman

++ “É extraordinário o fato de o Brasil estar recebendo fluxos em um momento de aversão ao risco global”, afirma analista 

Na visão do JP, o movimento reforça a visão de que a “América Latina é um porto seguro dentro dos emergentes e que, dentro da América Latina, o Brasil está na melhor posição”. Segundo o banco, o fluxo estrangeiro foi responsável por permitir que o Brasil estivesse entre os mercados com melhor desempenho, tanto no ano quanto no mês. Do ponto de vista local, o banco destaca que um gatilho favorável será a continuação do ciclo de corte de juros no Brasil, iniciado na semana passada. O JP estima Selic em 11,75% no fim deste ano, chegando a 10% no fim de 2027. “Isso é importante não apenas para a indústria local — que está em má situação há muito tempo, com a alocação de fundos em ações em 8,3% contra uma média de 11% — mas também para as empresas, particularmente as mais alavancadas”, observa o banco.

++ Secretário de Estado dos EUA viajará à França

++ Secretário de Estado dos EUA viajará à França para tentar persuadir o G7 sobre a guerra do Irã 

Rubio participará na 6ªF da reunião de ministros das Relações Exteriores do G7 “para promover interesses-chave dos Estados Unidos” e “abordar preocupações de segurança compartilhadas e oportunidades de cooperação”, afirmou o Departamento de Estado.

Giro das 15h: Bolsas recuam, enquanto petróleo d

Giro das 15h: Bolsas recuam, enquanto petróleo dispara e dólar sobe, com Irã resistente a negociar acordo de paz 

As bolsas americanas ampliaram a queda nesta tarde (Dow Jones -0,17%; S&P500 -0,40%; Nasdaq -0,95%), reagindo ao avanço do petróleo (Brent +4,67%, a US$ 104,61; WTI +5,37%, a US$ 92,86), que por sua vez reflete as notícias de que o Irã segue resistente nas negociações de um acordo de paz. Segundo a Bloomberg, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão perdendo a paciência com o Irã e consideram entrar em guerra. A Decisão poderá se concretizar se o governo de Teerã cumprir suas ameaças de atacar infraestruturas vitais de energia e água do Golfo. No cenário doméstico, o Ibovespa (-0,26%, a 181.458 pontos) acompanha o exterior, enquanto o mercado absorve a Ata do Copom, que mostrou um BC mais cauteloso e evitando sinalizar os próximos passos. Os juros futuros sobem, especialmente entre os vencimentos longos (Jan/27 a 14,240%; Jan/33 a 14,125%), assim como o dólar à vista (+0,56%, a R$ 5,2693), que reflete o clima de maior aversão ao risco global, mesmo após intervenção surpresa do BC, que injetou US$ 1 bilhão no mercado nesta tarde por meio de um leilão de linha. (Téo Takar)