++ Fazenda/Durigan: Devemos ampliar emissões no
++ Fazenda/Durigan: Devemos ampliar emissões no exterior, em especial no mercado europeu
Segundo ele, a internacionalização das finanças públicas será um eixo central da Fazenda em 2026. “Nós vamos tratar muito dos títulos no exterior. A gente teve experiências muito exitosas aqui, que foi a emissão no exterior dos títulos sustentáveis brasileiros e dos títulos soberanos. E a gente deve ampliar isso para outros mercados, como o mercado europeu, ainda este ano.”
Cautela derruba bolsas em NY na véspera de mais
Cautela derruba bolsas em NY na véspera de mais um fim de semana com guerra
As bolsas americanas acentuaram as perdas na última hora de negociação, com o mercado reagindo à informação de que o Pentágono pretende enviar tropas para uma ação terrestre no Irã, o que sugere que o conflito não terá um fim tão breve. Perto do fechamento, Trump declarou que “podemos dialogar [com o Irã], mas não quero um cessar-fogo”. E acrescentou que “Israel estará pronto para encerrar a guerra quando os EUA quiserem que ela termine”. O mercado também se ajustou às expectativas de que o Fed não mexerá mais nos juros neste ano, embora a possibilidade de uma alta até o fim do ano já esteja em quase 30%, segundo CME. O vencimento triplo de opções e contratos futuros colaborou para a maior volatilidade dos ativos. O Dow Jones fechou em baixa de 0,96%, aos 45.577,47 pontos; o S&P500 caiu 1,51% (6.506,48); e o Nasdaq perdeu 2,01% (21.647,61). Na semana, os índices recuaram 2,11%; 1,90%; e 2,07%, respectivamente. (BDM Online)
Dólar dispara com busca por proteção antes do fim de semana em meio à guerra e delação de Vorcaro
O dólar à vista registrou forte alta diante do real, em meio ao aumento das preocupações, no ambiente doméstico, com os possíveis impactos de uma delação de Daniel Vorcaro.
O tema ganhou relevância nesta 6ªF por causa da transferência do ex-banqueiro do Master para a sede da PF em Brasília e pela informação, de fontes da Bloomberg, de que ele assinou um acordo de colaboração com as investigações.
Lá fora, o dólar também subia frente aos pares, com o clima de aversão ao risco se acentuando ao longo da tarde, após informação apurada pela CBS, de que o Pentágono prepara o envio de tropas para uma incursão terrestre no Irã.
O mercado também embutiu no câmbio a maior probabilidade do Fed subir em vez de cortar os juros neste ano por causa dos efeitos inflacionários da guerra.
O dólar à vista fechou em alta de 1,79%, a R$ 5,3092, após oscilar entre R$ 5,2342 e R$ 5,3262. Na semana, a moeda acumulou leve baixa de 0,13%.
Às 17h07, o dólar futuro para abril subia 1,64%, a R$ 5,3240.
Lá fora, o índice DXY subia 0,35%, para 99,587 pontos.
O euro caía 0,23%, para US$ 1,1559. E a libra perdia 0,74%, a US$ 1,3334.