++⚠️ Caso Master: Vorcaro amplia delação e detal

++⚠️ Caso Master: Vorcaro amplia delação e detalha relação com ministros de Lula e STF (Caio Junqueira/CNN Brasil) 

A nova proposta amplia delação e detalha relação com os Três Poderes e a oposição, aprofundando a relação com um ministro do STF, dois senadores e ministros do governo Lula. A expectativa é de que até o dia 12 de junho haja uma resposta da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República. O motivo é que André Mendonça deu esse prazo como limite para que Vorcaro permanecesse em uma cela especial, justamente para estruturar a segunda versão da delação premiada.

Juros futuros disparam com produção industrial f

Juros futuros disparam com produção industrial forte e risco externo elevado 

Os juros futuros registraram forte acúmulo de prêmios nesta 4ªF, com vértices intermediários acumulando quase 40 pb, em uma sessão de alta do dólar e dos rendimentos dos Treasuries, por conta da maior aversão ao risco no exterior, combinada com a percepção dos economistas de que o BC vai encurtar o ciclo de afrouxamento monetário. O mercado ainda trabalha com a expectativa de apenas mais um corte de 0,25 pp da Selic, mas vem ganhando força a percepção de que a atividade econômica aquecida e a pressão inflacionária vinda do petróleo, além da incerteza externa, podem levar o Copom a interromper os cortes já na reunião de junho, mantendo a Selic em 14,5% talvez até o fim do ano. Na agenda do dia, a produção industrial subiu 0,7% em abril, acima do esperado (+0,4%), e acelerando em relação à alta de 0,1% de março. No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,275% (de 14,175% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,340% (14,045%); Jan/29 a 14,375% (13,980%); Jan/31 a 14,345% (13,960%); e Jan/33 a 14,375% (14,026%). (Téo Takar)

Dólar dispara com tarifaço de Trump, ruído eleitoral e emprego forte nos EUA

O dólar à vista fechou em forte alta diante do real nesta 4ªF, refletindo tanto o clima de maior aversão ao risco no exterior, por causa da escalada da guerra no Oriente Médio, como o ruído doméstico, provocado pelas novas tarifas propostas pelos EUA, que podem encarecer as exportações brasileiras para os americanos em até 37,5%.

O clima político também pesou no câmbio, com o possível impacto eleitoral do tarifaço de Trump, que tem sido vinculado à visita de Flávio Bolsonaro aos EUA na semana passada.

A nova proposta de delação de Daniel Vorcaro no radar, já que pode trazer novas implicações contra o senador.

O mercado também avaliou o relatório ADP, que mostrou criação de 122 mil empregos no setor privado, pouco acima do esperado (117 mil), o que mostra um mercado de trabalho resiliente a abre espaço para o Fed retomar as altas de juros, fortalecendo o dólar globalmente.

O dólar à vista fechou em alta de 1,14%, a R$ 5,0668, após oscilar entre R$ 5,0121 e R$ 5,0902.

Às 17h03, o dólar futuro para julho subia 1,16%, para R$ 5,0995.

Lá fora, o índice DXY tinha alta de 0,31%, para 99,531 pontos. O euro caía 0,30%, a US$ 1,1597. E a libra recuava 0,35%, a US$ 1,3419.