Investidor busca pechinchas e bolsas em NY fecha

Investidor busca pechinchas e bolsas em NY fecham com oscilações modestas, após estresse inicial com Irã 

As bolsas americanas fecharam mistas, mas com oscilações modestas nesta 2ªF, com investidores reavaliando os riscos do conflito entre EUA e Irã. A declaração de Donald Trump, de que a guerra pode durar entre quatro e cinco semanas, amenizou a preocupação do mercado de que os ataques pudessem se estender por meses. O Dow Jones caiu 0,15%, para 48.904,78 pontos; o S&P500 fechou perto da estabilidade (+0,04%, aos 6.881,62 pontos); e o Nasdaq terminou em alta de 0,36% (22.748,86). “Os mercados futuros reagiram de forma exagerada ao conflito iraniano, criando uma oportunidade de compra do S&P 500, que se aproximava de suas mínimas de 2026”, disse Jeff Kilburg, CEO da KKM Financial, à CNBC. Entre as maiores altas do dia ficaram as ações do setor de defesa, como Northrop Grumman (+6,02%) e Lockheed Martin (+3,37%). As petroleiras pegaram carona na alta da commodity: ConocoPhilips (+4,21%) e Chevron (1,52%). Ações ligadas ao turismo e mais sensíveis à alta do petróleo ficaram entre as maiores baixas, como as companhias aéreas United (-2,91%) e American (-4,21%) e as operadoras de cruzeiros Carnival (-7,64%) e Norwegian Cruise (-10,53%). (BDM Online)

++ Ibovespa fecha em alta de 0,28%, aos 189.307,

++ Ibovespa fecha em alta de 0,28%, aos 189.307,02 pontos, após oscilar entre 186.637,98 e 190.110,43

++ Volume financeiro somou R$ 31,6 bilhões

Juros futuros avançam com incertezas sobre ciclo

Juros futuros avançam com incertezas sobre ciclo de alívio da Selic em meio à tensão global 

Os juros futuros fecharam em forte alta nesta 2ªF, acompanhando o avanço do dólar, em meio ao clima de maior aversão ao risco global após os ataques dos EUA e Israel ao Irã. A expectativa de um preço do petróleo mais elevado e por período prolongado levou os economistas a reverem suas projeções de inflação neste ano. O mercado achou prudente reduzir as apostas em um corte inicial da Selic mais agressivo, de 0,5 pp, na reunião do Copom deste mês, consolidando a avaliação de que o BC manterá o tom de cautela, com uma redução inicial de 0,25 pp e, possivelmente, adotará um ciclo mais lento de alívio monetário caso a incerteza externa persista. No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,305% (de 13,277% no ajuste anterior); Jan/29 a 12,745% (12,645%); Jan/31 a 13,115% (13,030%); e Jan/33 a 13,315% (13,254%). (Téo Takar)