++ Diesel da Petrobras está cerca de 30% abaixo

++ Diesel da Petrobras está cerca de 30% abaixo do preço internacional, maior desconto desde 2022, aponta Goldman Sachs 

O banco comenta que, após os recentes desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio, os preços do petróleo Brent e o preço de referência internacional do diesel subiram 16% e 33%, respectivamente, desde a última sexta-feira. Contudo, a Petrobras historicamente evita repassar imediatamente a volatilidade dos preços globais para os preços locais, diz o Goldman Sachs. As importações de diesel atendem cerca de 25% da demanda nacional.

Giro das 15h: Bolsas ampliam perdas e petróleo dispara com novos ataques no Oriente Médio

As bolsas acentuaram as perdas em NY (-2,00%; S&P500 -1,34%; Nasdaq -1,24%) e aqui (Ibovespa -2,45%, aos 180.817 pontos).

Isso reflete o aumento do clima de aversão ao risco, após notícias de novos ataques do Irã contra instalações de produção de petróleo no Bahrein.

O barril do Brent para maio sobe 3,76% (US$ 84,46), enquanto o WTI para abril dispara 6,46% (US$ 79,48).

Além da guerra no Oriente Médio, o mercado também monitora os efeitos de mais uma derrota de Trump em outra guerra, a das tarifas.

O Tribunal de Comércio Internacional em Manhattan determinou que o governo reembolse os importadores com juros.

O dólar ganha força globalmente (DXY +0,49%) e também diante do real (+0,86%, a R$ 5,2629), em uma sessão de intensa volatilidade.

Os juros acompanham o viés de alta do câmbio (DI Jan/27 a 13,465%; Jan/33 a 13,595%).

Giro das 15h: Bolsas ampliam perdas e petróleo d

Giro das 15h: Bolsas ampliam perdas e petróleo dispara com novos ataques no Oriente Médio; tarifas de Trump seguem no radar

As bolsas acentuaram as perdas em NY (-2,00%; S&P500 -1,34%; Nasdaq -1,24%) e aqui (Ibovespa -2,45%, aos 180.817 pontos), com o aumento do clima de aversão ao risco, após notícias de novos ataques do Irã contra instalações de produção de petróleo no Bahrein. O barril do Brent para maio sobe 3,76% (US$ 84,46), enquanto o WTI para abril dispara 6,46% (US$ 79,48). Além da guerra no Oriente Médio, o mercado também monitora os efeitos de mais uma derrota de Trump em outra guerra, a das tarifas. O Tribunal de Comércio Internacional em Manhattan determinou que o governo reembolse os importadores com juros. O dólar ganha força globalmente (DXY +0,49%) e também diante do real (+0,86%, a R$ 5,2629), em uma sessão de intensa volatilidade. Os juros acompanham o viés de alta do câmbio (DI Jan/27 a 13,465%; Jan/33 a 13,595%). (Téo Takar)