++ Cristãos criticam uso político da Marcha para
++ Cristãos criticam uso político da Marcha para Jesus e Flávio sai mais queimado, mostra análise (Mônica Bergamo/Folha)
++ Levantamento da consultoria Ativaweb DataLab analisou mais de 17 milhões de menções nas redes sociais após o evento em SP
++ Flávio Bolsonaro concentrou maior volume de exposição e também o maior índice de rejeição, com 51,9% de menções negativas
Segundo o estudo, a principal narrativa identificada foi a crescente rejeição ao uso político da religião. Os pesquisadores afirmam ter encontrado um volume expressivo de manifestações de cristãos criticando a transformação da Marcha em espaço de disputa eleitoral.
Juros futuros disparam de novo, de carona na alta do dólar e dos rendimentos dos Treasuries após o payroll
Os juros futuros voltaram a acumular prêmios de forma expressiva nesta 6ªF, de carona no avanço dos rendimentos dos Treasuries e na disparada do dólar.
Investidores reagiram aos números acima do esperado do mercado de trabalho americano em abril e maio, o que deve motivar o Fed a subir os juros nos EUA até o fim de ano.
Por aqui, continua ganhando força a percepção de que o Copom encerrará o ciclo de afrouxamento monetário e, talvez, nem chegue a cortar os juros na reunião deste mês, deixando a Selic acima de 14% até o fim do ano, por conta da atividade doméstica aquecida, inflação persistente e cenário externo incerto.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,430% (de 14,295% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,725% (14,375%); Jan/29 a 14,810% (14,427%); Jan/31 a 14,710% (14,409%); e Jan/33 a 14,710% (14,452%).
Juros futuros disparam de novo, de carona na alt
Juros futuros disparam de novo, de carona na alta do dólar e dos rendimentos dos Treasuries após o payroll
Os juros futuros voltaram a acumular prêmios de forma expressiva nesta 6ªF, de carona no avanço dos rendimentos dos Treasuries e na disparada do dólar. Investidores reagiram aos números acima do esperado do mercado de trabalho americano em abril e maio, o que deve motivar o Fed a subir os juros nos EUA até o fim de ano. Por aqui, continua ganhando força a percepção de que o Copom encerrará o ciclo de afrouxamento monetário e, talvez, nem chegue a cortar os juros na reunião deste mês, deixando a Selic acima de 14% até o fim do ano, por conta da atividade doméstica aquecida, inflação persistente e cenário externo incerto. No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,430% (de 14,295% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,725% (14,375%); Jan/29 a 14,810% (14,427%); Jan/31 a 14,710% (14,409%); e Jan/33 a 14,710% (14,452%). (Téo Takar)