++ Petrobras/Chambriard: História de que a diret

++ Petrobras/Chambriard: História de que a diretoria havia decidido entrar na Venezuela é um completo absurdo 

Em entrevista coletiva sobre os resultados trimestrais e de 2025, a presidente da estatal salientou que a Venezuela seria um dos países em que a Petrobras poderia especular se poderia prospectar petróleo, “mas é só isso”. Segundo ela, a Venezuela apresenta questões que dificultariam a atuação da empresa, como a complexidade das reservas (parte do óleo é do tipo extra-pesado, que requer recursos específicos para a extração), e a existência de embargos comerciais. “Se eventualmente o embargo for cancelado, aí podemos cogitar se a Venezuela é um negócio para nós ou não. Neste momento, não tenho sequer autorização de ir para a Venezuela.”

Giro das 15h: Guerra segue, petróleo dispara 13% e bolsas recuam em NY; Ibovespa cai menos

Petrobras impede recuo mais forte do principal índice da B3

As bolsas norte-americanas engatam mais uma sessão negativa nesta 6ª feira (Dow Jones -1,27%; S&P500 -1,22%; Nasdaq -1,12%).

Os investidores se deparam com um quadro complexo, de emprego fraco e tendência de alta para a inflação no EUA.

A continuidade dos conflitos no Oriente Médio e a declaração de Donald Trump, de que “não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional”, indica que a guerra está longe de acabar.

Além disso, o payroll de fevereiro surpreendeu o mercado com o fechamento de 92 mil empregos no mês.

O dado contrariou a expectativa de criação de 55 mil vagas, o que reacendeu as chances de o Fed cortar os juros em junho.

O dólar perde força globalmente (DXY -0,33%, aos 98,989 pontos) e também diante do real (-0,12%, a R$ 5,2804).

Por aqui, a forte alta de Petrobras ON (+5,30%) e PN (+4,47%) após o balanço e em reação à disparada do petróleo (Brent/maio +10,05%, a US$ 93,99; WTI/abril +13,66%, a US$ 92,08) evita uma queda maior do Ibovespa (-0,50%, aos 179.570 pontos).

Já os juros futuros voltam a acumular prêmios (Jan/27 a 13,660%; Jan/33 a 13,865%) diante da combinação de aversão ao risco e incerteza sobre o ciclo de afrouxamento do Copom.

Giro das 15h: Guerra segue, petróleo dispara 13%

Giro das 15h: Guerra segue, petróleo dispara 13% e bolsas recuam em NY; Ibovespa cai menos, com ajuda de Petrobras

As bolsas americanas engatam mais uma sessão negativa nesta 6ªF (Dow Jones -1,27%; S&P500 -1,22%; Nasdaq -1,12%), com investidores se deparando com um quadro complexo, de emprego fraco e tendência de alta para a inflação no EUA. A continuidade dos conflitos no Oriente Médio e a declaração de Donald Trump, de que “não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional”, indica que a guerra está longe de acabar. Além disso, o payroll de fevereiro surpreendeu o mercado com o fechamento de 92 mil empregos em fevereiro, contrariando a expectativa de criação de 55 mil vagas, o que reacendeu as chances de o Fed cortar os juros em junho. O dólar perde força globalmente (DXY -0,33%, aos 98,989 pontos), e também diante do real (-0,12%, a R$ 5,2804). Por aqui, a forte alta de Petrobras ON (+5,30%) e PN (+4,47%) após o balanço e em reação à disparada do petróleo (Brent/maio +10,05%, a US$ 93,99; WTI/abril +13,66%, a US$ 92,08) evita uma queda maior do Ibovespa (-0,50%, aos 179.570 pontos). Já os juros futuros voltam a acumular prêmios (Jan/27 a 13,660%; Jan/33 a 13,865%) diante da combinação de aversão ao risco e incerteza sobre o ciclo de afrouxamento do Copom. (Téo Takar)