++ Quebra de sigilo é reveladora da inocência de
++ Quebra de sigilo é reveladora da inocência de Lulinha e não há motivo para pedido de prisão, diz advogado de defesa (Valor)
O coordenador do Grupo Prerrogativas e integrante da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o advogado Marco Aurélio Carvalho, classificou como “criminoso” o vazamento de informações de seu cliente e disse que o empresário está à disposição do Judiciário para prestar esclarecimentos. “O vazamento foi feito de forma criminosa, mas mostrou que não há nada contra o Fábio. É revelador da inocência dele e da falta de provas”, afirmou Carvalho. “A oposição ao governo Lula achava que [a quebra do sigilo] seria uma bala de prata, mas é uma bala de festim.”
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++ Milei afirma que guerra no Oriente Médio vai gerar melhora econômica para Argentina
++ Presidente prevê aumento de exportações de petróleo e produtos agrícolas, o que poderá favorecer o acúmulo de reservas cambiais
++ Ele também expressou apoio à ofensiva de EUA e Israel, seus principais aliados, contra o Irã
Giro das 15h: Petróleo se acomoda pouco abaixo dos US$ 100, enquanto bolsas seguem voláteis
As bolsas em NY mostram intensa volatilidade (Dow Jones -0,96%; S&P500 -0,56%; Nasdaq -0,25%) na tarde desta 2ª feira, com investidores monitorando de perto o comportamento do petróleo.
A commodity chegou a bater os US$ 120 por barril ainda de madrugada, com a notícia da escolha do filho de Ali Khamenei, Mojtaba, para ser o novo líder supremo do Irã.
Há pouco, os preços se acomodavam pouco abaixo dos US$ 100, mas ainda com altas expressivas (Brent/maio +7,47%, a US$ 99,61 e WTI/abril +4,83%, a US$ 95,29).
Por aqui, o Ibovespa (-0,20%, aos 179.002 pontos) cai menos que as pares norte-americanas, com Petrobras ON (+4,00%) e PN (-3,70%) mais uma vez contrabalançando a queda das outras blue chips.
O dólar à vista também segue volátil e agora recua 0,54% (R$ 5,2156), acompanhando a apreciação de moedas de países produtores de petróleo.
Os juros futuros operam mistos, com curtos em alta (DI Jan/27 a 13,795%).
Isso reflete o ajuste nas apostas para o Copom diante do cenário inflacionário mais desafiador, enquanto os longos (Jan/33 a 13,850%) devolvem parte da alta recente.