Juros futuros sobem com piora na percepção de risco sobre a guerra

Os juros futuros fecharam em alta nesta 3ªF, corrigindo parte da queda de ontem, em meio à piora na percepção de risco dos mercados em relação à guerra no Oriente Médio.

Ataques feitos pelos EUA ontem à noite contra lançadores de mísseis do Irã reacenderam as dúvidas sobre o frágil cessar-fogo entre os dois países.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,065% (de 14,006% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,835% (13,698%); Jan/29 a 13,815% (13,674%); Jan/31 a 13,895% (13,801%); e Jan/33 a 13,970% (13,899%).

++ Em resposta ao setor produtivo, centrais sind

++ Em resposta ao setor produtivo, centrais sindicais dizem que irão procurar Alcolumbre para acelerar PEC sobre fim da escala 6×1 

Segundo o diretor da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, Márcio Ayer, que esteve na audiência que debate a PEC, nesta terça, as Centrais estão articulando para marcar encontro com Alcolumbre assim que o texto for aprovado na Câmara.

++⚠️ Fazenda/Durigan: Plano para socorrer BRB pr

++⚠️ Fazenda/Durigan: Plano para socorrer BRB prevê crédito junto ao FGC e fiança de bancos públicos e privados 

“Vai ser trabalhada uma operação de crédito a ser tomada pelo GDF com o FGC, com fiança de bancos públicos e privados, com contra-garantias a serem emprestadas pelo governo do Distrito Federal”, afirmou Durigan ao sair de audiência no STF. “Tão logo concluída essa negociação, a União vai flexibilizar os critérios que envolvem o plano de ajuste fiscal do GDF, que hoje limitam em R$ 900 milhões qualquer operação de crédito que o ente poderia tomar, de modo que, com esse acordo, se viabiliza uma operação de crédito em um volume maior, a ser tomada com a fiança de um sindicato de bancos.” Também foi feito um acordo para que eventuais entradas de recursos advindos das investigações do escândalo do Banco Master recomponham os cofres do GDF e do próprio BRB.