++ Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econ
++ Flávio Bolsonaro ganha suporte da equipe econômica de Paulo Guedes (Folha)
++ Entre apoiadores estão o próprio ex-ministro, além ex-titulares de Caixa, BNDES e do Ministério de Minas e Energia
++ Senador Rogério Marinho, coordenador de campanha de Flávio, quer ajuda de uma consultoria para contribuir com o plano de governo
Segundo a reportagem da Folha, alguns membros da antiga equipe de Guedes avisaram que estão bem na iniciativa privada e não têm interesse em participar de um eventual governo. Mas, se declaram prontos para contribuir, mesmo que informalmente, com a campanha e na organização do programa, que inclui retomada das privatizações, redução do Estado e maior rigor fiscal.
++ Caixa volta a financiar imóveis acima de R$ 2
++ Caixa volta a financiar imóveis acima de R$ 2,250 milhões para pessoas físicas no âmbito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com recursos da poupança
Desde 2024, o banco estatal não vinha liberando financiamentos para aquisição de imóveis residenciais acima desse limite. O objetivo era priorizar o crédito para moradias de menor valor, atendendo um maior número de famílias, uma vez que os recursos da caderneta de poupança ficaram mais escassos para atender toda a demanda. A vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, disse que as mudanças promovidas pelo Banco Central em 2025 nas regras do depósito compulsório ampliaram a disponibilidade de recursos das cadernetas, viabilizando a retomada gradual do atendimento ao público que busca imóveis de valor mais alto.
Juros futuros avançam com possibilidade de alta do petróleo impor maior cautela ao Copom
Os juros futuros fecharam em alta pela terceira sessão seguida, com o miolo da curva incorporando mais de 20 pb de prêmio, por conta do clima de aversão ao risco global com os conflitos no Oriente Médio.
Investidores avaliam as chances de um ciclo mais lento de cortes da Selic, com o Copom adotando uma maior cautela, diante dos riscos inflacionários impostos pela forte alta do petróleo.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,445% (de 12,296% no ajuste anterior); Jan/29 a 12,970% (12,728%); Jan/31 a 13,360% (13,117%); e Jan/33 a 13,560% (13,332%).