Assaí sobe mais de 2% com rumores sobre potencial saída do Casino

Os papéis do Assaí (#ASAI3) estão entre as maiores altas do Ibovespa neste início de tarde, subindo 2,55% (R$ 13,29).

Operadores do mercado dizem que há rumores de que bancos teriam sondado um potencial apetite para follow on, o que daria espaço para a saída do controlador da empresa, o francês Casino.

Há também relatos sobre uma possível fusão entre o grupo varejista francês e a operadora de hipermercados Auchan.

No mesmo setor, Carrefour (#CRFB3) avança 1,95% (R$ 11,50) e Grupo Pão de Açúcar (#PCAR3) tem alta de 1,81% (R$ 17,43). (BDM Online)

De olho em julgamento no STF, BB lidera ganhos no setor e Santander cai

As ações do setor bancário sobem majoritariamente nesta segunda-feira, mas as do Santander caem. Participantes do mercado dizem que os investidores monitoram o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que julga a incidência de PIS/Cofins sobre receitas financeiras.

Dados da Febraban, que levam em consideração balanços de dezembro de 2022, mostram que o Santander seria o mais impactado e teria uma perda potencial de R$ 4,234 bilhões.

O julgamento deve terminar hoje e o placar está em 3X1 a favor da incidência dos impostos. Há também quem afirme que o BB seria o menos afetado no caso de as alíquotas serem impostas aos bancos.

Há pouco, Banco do Brasil (#BBAS3) subia 3,39% (R$ 49,36); Bradesco ON (#BBDC3) tinha alta de 0,76% (R$ 14,65); Bradesco PN (#BBDC4) +0,24% (R$ 16,90); Itaú (#ITUB4) +0,36% (R$ 27,90), mas Santander (#SANB11) registrava queda de 0,68% (R$ 30,61). (BDM Online)

Ibovespa luta para manter os 117 mil pontos mas commodities limitam

O Ibovespa tenta segurar os 117 mil pontos com ajuda de NY (Dow +0,03%; S&P +0,17% e Nasdaq +0,53%), enquanto Petrobras vira o sinal na contramão do petróleo (-4%).

O índice paulista subia há pouco 0,13%, aos 117.170,17 pontos, limitado pela queda do minério por preocupações com a fraqueza do setor imobiliário da China.

Dados de inflação e decisões de política monetária dão o tom no exterior e o relatório do CPI americano, nesta 3ªF, pode até mesmo influenciar a decisão do Fed, na 4ªF, em um momento no qual é amplamente considerada uma pausa, embora isso não seja o fim do aperto.

Aumentos inesperados no Canadá e na Austrália adicionam um extra de incerteza. Com o ritmo da inflação ainda se mostrando rígido, os rendimentos dos Treasuries sobem, depois de oscilarem.

Aqui, os juros futuros longos têm viés de alta, em linha com a moeda americana, a R$ 4,8845 (+0,17%), em ajuste das perdas recentes.

O DXY, por sua vez, ronda a estabilidade aos 103,655 pontos (+0,09%).

Na ponta mais curta e miolo os juros futuros caem em meio às revisões para baixo da inflação no Focus, com expectativas de corte da Selic em agosto e avanço da reforma tributária. (Ana Katia)