Vai rolar: Ata do Copom, pesquisa eleitoral, arrecadação e PMIs globais

[24/03/26] Os negócios globais vibraram ontem com a trégua temporária ordenada por Trump, que prometeu adiar os ataques contra usinas e a infraestrutura energética do Irã por cinco dias.

Depois Teerã desmentiu negociações diplomáticas para o fim da guerra e o barril voltou a saltar na madrugada para perto de US$ 105, após furar US$ 100 mais cedo. Sem a garantia de que o conflito vai terminar, é cedo para contar com um alívio confiável da commodity.

No meio das reviravoltas geopolíticas, o investidor tem hoje para ler a ata do Copom (8h). A agenda do dia reserva ainda a arrecadação de fevereiro (11h) e a pesquisa eleitoral Atlas Intel para presidente (sem horário confirmado).

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Vai rolar: Focus, leilão de linha e dado de atividade em NY

[23/03/26] Confrontando a garantia de Trump de uma guerra rápida, o conflito completa quatro semanas, com relatos de que os americanos preparam o envio de tropas terrestres ao Irã, enquanto a Guarda Revolucionária iraniana ameaça fechar “completamente” o Estreito de Ormuz se os Estados Unidos atacarem instalações energéticas.

A escalada da ofensiva estressa o mercado e levanta dúvidas se o Copom não estaria subestimando o impacto das incertezas externas sobre a inflação projetada. A ata, amanhã, além do IPCA-15 de março e a entrevista coletiva de Galípolo, na quinta-feira, para comentar o Relatório de Política Monetária (RPM) ganham interesse redobrado.

No pano de fundo, o investidor ainda administra a tensão para o “Vorcaro Day”, à espera da definição da data da delação premiada.

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Vai rolar: Dia fraco tem PPI da Alemanha e decisão de juros na Rússia

[20/03/26] O PBoC chinês se tornou o oitavo BC a manter os juros inalterados nas últimas pouco mais de 24 horas, no contexto da guerra que ninguém sabe quando vai terminar.

O petróleo quase rompeu US$ 120 ontem, antes que o noticiário positivo na reta final do pregão esvaziasse a pressão. No final da noite de ontem, o barril caía, apesar de a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã ter anunciado uma nova onda de ataques contra Israel. Não dá para confiar na queda da commodity como tendência, porque a volatilidade tem sido a marca registrada no momento.

Por aqui, a boa notícia é que os caminhoneiros resolveram suspender por uma semana a ameaça de greve nacional, enquanto articulam com o governo federal o cumprimento das regras mais duras do frete, em meio ao rali do preço do diesel.

👉 Confira abaixo a agenda de hoje