Vai rolar: Desemprego do IBGE no foco

[27/03/26] Encurralado pelo jogo duro do Irã, Trump adiou pela segunda vez o deadline para que o regime dos aiatolás dê uma resposta a Washington sobre o cessar-fogo ou enfrente ataques mais violentos. O prazo inicial era 23 de março, depois passou para hoje e agora virou 6 de abril.

A concessão passa recibo de desespero e coincide com a falta de progressos nas negociações, que despertaram nova piora nos mercados ontem, com as bolsas de NY nas mínimas em seis meses.

O presidente americano diz que a pausa de 10 dias veio a pedido do Irã, que nega, na guerra sem fim de narrativas. Segundo Trump, uma reunião com Teerã está marcada para hoje à noite.

Em véspera de final de semana, os negócios podem se manter retraídos. Aqui, a Pnad (9h) é destaque, após alertas do BC sobre a força do emprego.

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Vai rolar: IPCA-15 e Galípolo no radar

[26/03/26] Não há nada de concreto ainda sobre as tratativas entre os Estados Unidos e o Irã para um cessar-fogo de 30 dias. O governo Trump trabalha para organizar uma reunião com os iranianos neste fim de semana, provavelmente no Paquistão.

A Casa Branca admite que nenhuma negociação de paz deve ser considerada oficial neste momento, mas diz que as conversas nos últimos dias têm sido “produtivas”.

O mercado dá o benefício da dúvida e resolve apostar em uma saída pacificada, enquanto o Copom espera pelas cenas dos próximos capítulos para decidir o que fazer em abril. Na coletiva de hoje (11h) para comentar o Relatório de Política Monetária (8h), Galípolo deve manter as opções em aberto.

Ainda na agenda do dia, o IPCA-15 de março (9h) ainda não deve pegar todo o impacto da guerra.

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Vai rolar: Lagarde, Miran e balanço da JBS

[25/03/26] Na reta final do pregão, os relatos na imprensa internacional de que o governo Trump enviou ao Irã um plano de cessar-fogo por um mês e que uma reunião entre os dois lados já poderia acontecer amanhã provocaram melhora instantânea nos mercados futuros.

Teerã tentou baixar os ânimos, ameaçando bombardear todo o Golfo Pérsico caso os americanos decidam por uma invasão terrestre.

Apesar de o ambiente para as potenciais negociações continuar pesado e pouco confiável para uma aposta certa em um desfecho positivo, o petróleo derretia mais de 5% no eletrônico e os futuros das bolsas em NY operavam embalados na madrugada.

Em meio à volatilidade da guerra, o dia tem agenda esvaziada, com fala do Fed boy de Trump, Stephen Miran, e balanço da JBS, após o fechamento.

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