Vai rolar: Powell, Galípolo e PMI industrial abrem semana

[02/06/25] Antes de considerar a agenda intensa nos EUA nesta semana, com novos dados do emprego (incluindo o payroll), índices de atividade e o Livro Bege do Fed, os investidores globais repercutem a decisão de Trump, anunciada após o fechamento dos mercados, na 6ªF, de dobrar de 25% para 50% as tarifas sobre o aço e o alumínio, já a partir de 4ªF, dia 4/6. A notícia disparou o ADR de Gerdau no after hours, mas é negativa para outras metalúrgicas brasileiras. Aqui, a revisão da perspectiva do rating soberano da Moody’s, para negativa, também pegou a bolsa e o câmbio fechados e deve pesar hoje, já que, praticamente, enterra as chances de o Brasil recuperar o investment grade. A notícia veio no meio da crise do IOF, que aumentou as incertezas fiscais com o confronto aberto entre o governo e o Congresso Nacional. (Rosa Riscala)

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Ouça o Diário Econômico desta 6ªF, 30/05, com a economista-chefe do PicPay Ariane Benedito

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a volatilidade global após reviravolta judicial nas tarifas dos EUA e críticas de Trump ao Fed. O dólar caiu 0,50%, a R$ 5,66, enquanto o Ibovespa recuou 0,25%, pressionado por incertezas fiscais e políticas. Hoje, destaque para o PIB do 1º tri e resultado primário no Brasil, além do PCE nos EUA, que pode influenciar os juros globais.

Vai rolar: PIB nos EUA, IGP-M, emprego e dado fiscal no foco

[30/05/25] O resultado do PCE nos EUA (9h30), a medida favorita do Fed para a inflação, não deve mudar o consenso do mercado de que a política monetária continuará sendo conduzida sem pressa e com cautela, diante das incertezas tarifárias, que permanecem, agora, em meio à judicialização. Nem mesmo a retração da economia confirmada no 1Tri e a pressão de Trump sobre Powell, convidado à Casa Branca para ouvir que os juros precisam cair, estão fazendo diferença. Já aqui, antes dos dados americanos, o PIB/1Tri (9h00) deve vir forte ou “exuberante”, na expectativa do Itaú, somando-se aos outros indicadores de força da atividade, como o emprego robusto, que reduziu as chances de um corte da Selic ainda neste ano, embora não tenha abalado as apostas de que o Copom já parou o ciclo de altas. (Rosa Riscala)

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