Hapvida destoa do setor de saúde e figura entre as maiores baixas
O novo teto de reajuste para planos individuais anunciado mais cedo pela ANS contribui para o bom desempenho de ações do setor de saúde. A exceção é Hapvida (#HAPV3), que perdia, há pouco, 2,36% (R$ 4,14), figurando entre as maiores baixas do Ibovespa.
Por outro lado, Fleury (#FLRY3) subia 2,64%, a R$ 16,31, e Rede D’Or (#RDOR3) ganhava 2,20%, a R$ 32,95.
Relatório do Itaú BBA diz que o novo reajuste, aliado ao aprofundamento das negociações de reajustes nos planos para micro e pequenas empresas, deve trazer algum alívio para o segmento neste ano.
SLC Agrícola recua pressionada por safra, produtividade e baixo volume faturado
Papéis da SLC Agrícola (#SLCE3) se destacam entre as maiores perdas do Ibovespa, recuando, há pouco, 3,07%, a R$ 35,38. Para analistas, as ações da companhia são pressionadas por fracos resultados, forte safra de grãos, perda de produtividade nas plantações em algumas culturas e menor volume faturado.
Assim, além de perder faturamento, a empresa também perde em margem de lucro, e, na avaliação de especialistas, não há perspectiva de melhora substancial para os próximos trimestres.
Outro fator que pesa sobre a SLC é que a depreciação do dólar no curtíssimo prazo afetando o faturamento da empresa, já que suas commodities são dolarizadas.
Papéis da Americanas ganham força e se firmam no positivo
Negociadas fora do Ibovespa, as ações da Americanas SA (#AMER3), que vinham rondando a estabilidade desde o início do pregão, ganharam força nesta segunda etapa da sessão e se firmaram no positivo.
Há pouco, o papel da varejista subia 5,50%, a R$ 1,15. Segundo fontes do Broadcast, o trio de acionistas de referência da companhia concordou com uma restrição à venda das ações que detêm na varejista por três anos (lock-up) como condição para um acordo entre os credores e a empresa, que segue em recuperação judicial.