Vai rolar: Acordo com China e balanço da Petrobras concentram atenções

[12/05/25] Os mercados financeiros abrem hoje na expectativa pelos detalhes do acordo que teria sido fechado no fim de semana entre os EUA e a China, após apenas dois dias de negociações na Suíça. Já nos primeiros negócios, os futuros de NY e os pregões asiáticos festejavam a informação anunciada pelos dois países. A notícia prevalece sobre a agenda importante de indicadores nesta semana em NY, com inflação (CPI e PPI), vendas no varejo, produção industrial e confiança do consumidor, e no Brasil. A ata do Copom amanhã é esperada com grande interesse para sinalizar junho, além do volume de serviços e dados do comércio, que, se vierem fortes depois do IPCA, deverão reforçar as chances de um ajuste final da Selic, para 15%. O calendário de balanços também é extenso, com Petrobras hoje, após o fechamento. (Rosa Riscala)

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Ouça o Diário Econômico desta 6ªF, 09/05, com a economista-chefe do PicPay Ariane Benedito

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o recorde do Ibovespa, que subiu 2,12%, puxado pelo acordo EUA-Reino Unido e sinais de fim do ciclo da Selic. O dólar caiu para abaixo de R$ 5,67, com forte ingresso de capital estrangeiro. Bolsas globais avançaram, enquanto Treasuries subiram e o petróleo ganhou força. Hoje, atenção aos discursos do Fed, CPI e PPI na China e ao IPCA de abril no Brasil.

Vai rolar: IPCA fecha a semana

[09/05/25] Na véspera das primeiras negociações entre EUA e China, neste fim de semana, na Suíça, surge a informação de que Trump pode cortar em mais da metade a tarifa aos produtos chineses, garantindo um dia positivo aos mercados globais, juntamente com o acordo fechado com o Reino Unido. Segundo a mídia, a Casa Branca discute uma redução para algo entre 50% e 54%, já a partir da próxima semana. Além disso, as tarifas para os países do sul da Ásia seriam reduzidas para 25%. Nesta 6ªF, a balança comercial chinesa mostrou alta de 8,1% das exportações, após terem disparado 12,4% em março, com a antecipação de compras para evitar as alíquotas de 145%. Na agenda de hoje, são destaques as falas de seis Fed boys e o IPCA de abril (9h), que deve confirmar nova perda de fôlego da inflação na margem. (Rosa Riscala)

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