Vai rolar: Powell divide atenção com indicadores nos EUA; aqui, tem varejo

[15/05/25] O PIB/1Tri da zona do euro abre a agenda internacional, que é bastante movimentada nos EUA, onde saem vendas do varejo, a inflação ao produtor (PPI), produção industrial, além de uma fala de Powell (9h40) – a primeira desde a trégua tarifária com a China – e o balanço de Walmart, antes da abertura. Aqui, repercute na B3 o prejuízo de Eletrobras, que estendeu as perdas no after hours de NY, enquanto os investidores esperam os resultados de BB, BRF e Marfrig, após o fechamento. Entre os indicadores, os dados do comércio (9h) podem se somar aos de serviços, que ainda marcam expansão, para impor alguma cautela nas expectativas de que o Copom encerrou o ciclo de alta da Selic. De volta da viagem à Rússia e à China, o presidente Lula faz escala no Uruguai para comparecer ao velório de Mujica (15h). (Rosa Riscala)

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Ouça o Diário Econômico desta 4ªF, 14/05, com a economista-chefe do PicPay Ariane Benedito

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados após o CPI dos EUA vir abaixo do esperado, reforçando apostas de corte de juros ainda em 2025. O dólar caiu 1,32%, a R$ 5,60, e o Ibovespa bateu novo recorde, subindo 1,76%. A ata do Copom foi lida como sinal de fim do ciclo de alta da Selic. Hoje, atenção aos dados de serviços no Brasil e à fala de dirigentes do Fed.

Vai rolar: Dado de serviços aqui e Fed boys lá fora

[14/05/25] Opep divulga relatório mensal sobre o mercado de petróleo, que se recupera com a trégua nas tarifas entre os EUA e a China, enquanto em NY são destaques as falas de três Fed boys, após a inflação americana ter vindo abaixo do previsto. Aqui, investidores esperam mais balanços, com Eletrobras após o fechamento, e o volume de serviços em março, às 9h, que ainda deve continuar crescendo, mas em ritmo menor, sem muita chance de abalar a expectativa de que o Banco Central encerrou o ciclo de aperto monetário. Essa foi a leitura predominante da ata do Copom no mercado. Apostas de que a Selic não chegará aos 15% ajustaram os juros curtos em baixa, estimuladas também pela queda firme do dólar para R$ 5,60, enquanto o Ibovespa disparava para a pontuação recorde de fechamento. (Rosa Riscala)

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