Frigoríficos recuam com decisão da UE de suspend

Frigoríficos recuam com decisão da UE de suspender compra de produtos brasileiros de origem animal

Os papéis dos frigoríficos operam em baixa nesta segunda-feira, depois de a UE ter decidido suspender a compra de produtos brasileiros de origem animal a partir de setembro deste ano. A restrição está relacionada às regras da UE sobre o uso de antimicrobianos, como antibióticos, na produção animal. As informações apresentadas pelo Brasil foram consideradas insuficientes para validar os processos oficiais de fiscalização exigidos pela UE. Há pouco, MBRF era a segunda maior baixa do Ibovespa, recuando 2,54% (R$ 15,36); Minerva caía 2,48% (R$ 11,03). Já os BRDs da JBS tinham baixa de 2,88% (R$ 60,70).

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++ Citi corta preço-alvo de JSL de R$ 8 para R$ 6,60, reiterando recomendação neutra

++ Companhia deve continuar a ter resultados mais fracos nos próximos trimestres, à medida em que a empresa segue renegociando contratos de baixa rentabilidade

Faturamento da controlada Simpar sofre os efeitos do crescimento mais modesto da divisão de intralogística, o que acaba sendo apenas parcialmente compensado pelo avanço das operações digitais

Abertura: Dólar e juros oscilam entre algum alívio geopolítico e expectativa de aperto monetário

Em sessão de agenda esvaziada, dólar e juros oscilaram muito pela manhã e há pouco a moeda se estabilizava a R$ 5,1581 (+0,02%).

Já os juros futuros voltavam a subir, à exceção de Jan/28, em 14,695%, de 14,645%.

Notícias de que Irã e Israel suspenderam os ataques mútuos, após intervenção de Trump, aliviaram os ativos de risco globais.

Porém, cautela permanece em um cenário de preocupações com a inflação e apostas em aperto monetário.

O Brent sobe a US$ 94,81 (+1,85%), depois de bater os US$ 98 na máxima, e a moeda norte-americana cai ante pares.

O DXY recua 0,17%, a 99,898 pontos, depois de cravar 100 pontos com a escalada da guerra no fim de semana.

Os rendimentos dos Treasuries também passaram a cair, sendo que a ponta mais longa opera estável.

Aqui, as taxas seguem em torno dos 14% após o Focus subir as projeções de inflação deste e dos próximos anos além da Selic de 2026 e 2027 em 25pb.