++ México aprova novas tarifas sobre importações

++ México aprova novas tarifas sobre importações asiáticas

++ País alinha-se aos esforços dos EUA para reforçar as barreiras comerciais contra a China

++ As novas taxas de até 50% entrarão em vigor a partir do próximo ano

++ Valem para uma ampla gama de produtos, desde roupas a metais e peças automotivas

O Ministério das Finanças do México estima que as novas tarifas gerarão uma receita extra de quase 52 bilhões de pesos no próximo ano. A China, por sua vez, pediu que México retifique as práticas unilaterais e protecionistas o mais rápido possível

Ásia cai com perdas das ações de tecnologia As

Ásia cai com perdas das ações de tecnologia

As bolsas de valores da Ásia fecharam o pregão da quinta-feira em queda puxadas por ações de tecnologia, um dia depois do Fed anunciar corte de 25 pontos-base na taxa de juros dos EUA e deixar aberta a chance de novo corte. Algumas empresas de tecnologia da região perderam pontos após ações da Oracle caírem mais de 10% com o anúncio de resultados abaixo do esperado. Em Tóquio, o Nikkei perdeu -0,92% pressionado pela queda das ações do Softbank Group e, na China continental, Xangai perdeu -0,70% e Shenzhen -1,27% com o sentimento de cautela antes da divulgação dos dados de crédito do país em novembro. Em Hong Kong, onde a autoridade monetário reduziu para 4% os custos de empréstimos, o Hang Seng ficou praticamente estável, com queda de -0,04%. Na Coreia do Sul, o Kospi recuou -0,59% em razão da queda de ações de techs e, em Taiwan, o Taiex ficou em queda de -1,32% (BDM Online)

Ouça o Diário Econômico desta 5ªF, 11/12, com a

Ouça o Diário Econômico desta 5ªF, 11/12, com a economista-chefe do PicPay Ariane Benedito

No Diário de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o Fed cortou os juros em 25 pontos-base para 3,50%–3,75%, sinalizando pausa cautelosa e apoiando alta das bolsas nos EUA, com avanço de bancos e tecnologia. No Brasil, Ibovespa subiu a 159 mil pontos, mas o dólar fechou a R$ 5,47 e juros futuros avançaram após Copom manter Selic em 15% com tom duro. Hoje, destaque para dados do varejo e agrícolas do IBGE e indicadores globais nos EUA.

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