Vai rolar: BC divulga crédito e fluxo cambial

[26/12/25] Os mercados funcionam normalmente hoje em Nova York e aqui, mas seguem fechados na Europa para o feriado do Natal. A agenda esvaziada não prevê nenhum indicador importante nos Estados Unidos.

No Brasil, o BC divulga a nota de crédito de novembro (8h30) e os dados semanais do fluxo cambial (14h30). Em primeiro plano, porém, os investidores continuam ligados nos desdobramentos do quadro eleitoral para 2026.

Alegando problemas de saúde, Bolsonaro desistiu em cima da hora de dar entrevista na terça-feira. Mas escreveu ontem uma carta confirmando o seu apoio público à pré-candidatura de Flávio, para manter o desconforto de uma aposta pouco competitiva. (Rosa Riscala)

👉 Confira abaixo a agenda de hoje

Indicadores
▪️ 08h30 – BC: Nota de crédito de novembro
▪️ 14h30 – BC: Fluxo cambial semanal
▪️ 22h30 – China: Lucro industrial de novembro

Eventos
▪️ Bolsas fecham no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Portugal e Hong Kong
▪️ China: Reunião do Comitê Permanente do 14º Congresso Popular Nacional
▪️ 10h30 – BC: Leilões de linha de até US$ 2 bi

Giro das 12h: Ibovespa avançou a 160 mil pontos com bancos após IPCA-15

O Ibovespa oscilou entre o mínimo de 158.143,85 e a máxima de 159.906,80, agora subindo para 160.022,71 pontos (+1,19%), com apoio dos bancos, após dados de inflação. Já NY oscila (Dow Jones -0,05%; S&P 500 -0,03% e Nasdaq -0,08%) com dados reforçando as expectativas de que o Fed manterá as taxas de juros tributárias em janeiro e aumentando as conclusões de que a força da economia pode atrapalhar a retomada dos cortes em 2026. O PIB americano do 3Tri alcançou o patamar mais forte em dois anos (4,3%, de 3,8%), virando os rendimentos dos Tesouros para alta (o da Nota de 10 anos a 4,19%).

Aqui, a inflação do meio do mês (IPCA-15) subiu 0,25%, de +0,20%, abaixo do previsto (+0,30%) e, ano ano, recuperou a 4,41%, de 4,50%, em linha com a explicação e abaixo do teto da meta do BC (4,5%), o que alivia a pressão no curto prazo. No câmbio, o dólar cai menos após o indicador de atividade americana. A moeda ainda cede ante emergentes e pares, mas o DXY voltou ao nível dos 98 pontos (98,127), em queda de -0,16%.

Aqui a moeda bateu no máximo de R$ 5,5975 e há pouco cedia no mínimo de R$ 5,5522 (-0,57%), após o BC vender 25% (US$ 500 milhões) da cota de US$ 2 bi em leilão de linha. Os juros futuros operam perto do ajuste. (Ana Kátia)

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