Ásia fecha em alta forte após captura de Maduro com vigor de ações de defesa
As bolsas asiáticas fecharam a sessão da segunda-feira com alta importante puxadas por ações das empresas que atuam no setor de defesa. O movimento ocorre após os acontecimentos do fim de semana, quando Nicolás Maduro foi capturado dentro da Venezuela por forças dos EUA e levado para ser julgado em NY por narcoterrorismo.
No Japão, empresas de defesa subiram mais de 8% no valor das ações, o que fez o índice Nikkei avançar +3,03%. As demais praças também tiveram alta considerável. Na Coreia do Sul, o Kospi subiu +3,43%, renovando o recorde na pontuação, e, em Taiwan, o Taiex marcou alta de +2,57%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng andou de lado com alta de +0,03% e, na China Continental, após o PMI de Serviços recuar para 52 pontos, o menor nível em seis meses, Xangai fechou em alta de +1,38% e Shenzhen, +2,25%. (BDM Online)
Vai rolar: ONU discute crise na Venezuela
[05/01/26] O petróleo operava estável no fim da noite deste domingo, depois da captura relâmpago do presidente venezuelano, Nicolas Maduro. Apesar da turbulência geopolítica, a Opep+ confirmou ontem a aposta de não mexer na produção. Os mercados globais abrem sob a cautela da ofensiva de Trump, mas alguns profissionais de mercado não descartam impacto moderadamente positivo nos negócios domésticos.
A operação militar agita o início da semana importante em indicadores, com destaque na agenda para o payroll e o IPCA de dezembro na sexta-feira.
O Conselho de Segurança da ONU convocou reunião de emergência para hoje (12h), que terá participação do Brasil. (Rosa Riscala)
👉 Confira abaixo a agenda de hoje
Indicadores
▪️ 04h00 – Turquia: CPI de dezembro
▪️ 08h00 – FGV: IPC-S de dezembro
▪️ 08h25 – BC: Pesquisa Focus
▪️ 12h00 – EUA: PMI/ISM industrial de dezembro
▪️ 15h00 – Secex: Balança comercial de dezembro
Eventos
▪️ 12h00 – Conselho de Segurança da ONU debate Venezuela em reunião extraordinária
EU TENHO A FORÇA. A entrevista que Trump e seus
EU TENHO A FORÇA. A entrevista que Trump e seus secretários deram agora há pouco para falar sobre a invasão da Venezuela e a prisão de Maduro e sua esposa teve, como objetivo principal enviar uma mensagem muito clara ao mundo: quem manda sou eu! Foi isso o que Trump e seu secretário de Defesa declararam textualmente ao afirmar que a ação na Venezuela comprovou a dominância das forças militares dos EUA no Ocidente. Foi uma demonstração ao mundo, disse Trump, que a dominância norte-americana jamais será questionada novamente e que a ação reafirma o poder do país na região. Após a postura do presidente dos EUA, dobrando a aposta sobre o poder que tem e quer demonstrar, aguarda-se agora a reação dos demais líderes mundiais. (mr)