Petróleo volta a subir forte e fica perto de US$

Petróleo volta a subir forte e fica perto de US$ 100 o barril com incertezas sobre Ormuz

Os contratos futuros de petróleo voltaram a subir forte nesta 5ªF, com o Brent muito perto de tocar novamente o patamar de US$ 100 o barril. Segundo especialistas, o comportamento reflete os riscos persistentes em torno de um eventual acordo de paz entre EUA e Irã, ao passo que o Estreito de Ormuz permanece bloqueado. Agora à tarde, Trump voltou a dar declarações otimistas, dizendo que um entendimento estaria “muito perto” e que uma nova reunião com os iranianos pode acontecer neste fim de semana. Disse também que o país teria concordado com “quase tudo”, incluindo não ter armas nucleares. Arriscou inclusive comentar que, se um acordo for efetivamente fechado, talvez vá até o Paquistão para assiná-lo. As sinalizações contrastam com a realidade de Ormuz, que segue fechado, inclusive um com bloqueio americano aos portos iranianos na região. A imprensa internacional afirma que Washington e Teerã consideram uma prorrogação de duas semanas do cessar-fogo que termina no próximo dia 21 e, questionado, o presidente americano comentou que poderia fazer algo nesse sentido, “se achar necessário”. No fechamento, o contrato do Brent para junho subiu sobe 4,69%, a US$ 99,39 por barril na ICE, enquanto o WTI para maio avançou 3,72%, a US$ 94,69 por barril na Nymex. (BDM Online)

++ Petróleo/fechamento: Brent para junho sobe 4,

++ Petróleo/fechamento: Brent para junho sobe 4,69%, a US$ 99,39 por barril na ICE

++ WTI para maio avança 3,72%, a US$ 94,69 por barril na Nymex

++ Irã está determinado a estabelecer a paz comp

++ Irã está determinado a estabelecer a paz completa, mas os EUA “sempre obstruem” esse processo descumprindo suas promessas, relata a mídia iraniana (Reuters)

++ Segundo a agência de notícias do parlamento iraniano, o principal negociador do país, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou ainda que o Líbano é parte integrante do cessar-fogo abrangente e desempenha um papel importante para o avanço “rumo a uma paz duradoura na região”