++ ⚠️ Irã: Após novas ameaças de Trump, porta-vo
++ ⚠️ Irã: Após novas ameaças de Trump, porta-voz das Forças Armadas, Ibrahim Zulfiqari, diz haver “surpresas reservadas” aos inimigos (UOL)
++ “Fiquem tranquilos… as surpresas que temos reservadas superam até os piores pesadelos de nossos adversários”, afirmou ele, nas redes sociais
Zulfiqari prometeu vingar a morte do general Majid Khademi, chefe da inteligência da Guarda Revolucionária, morto ontem em um bombardeio israelense
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++ BC adota sigilo de 8 anos em documentos sobre liquidação do Banco Master
Ibovespa fecha praticamente estável, sustentado
Ibovespa fecha praticamente estável, sustentado por Petrobras e bancos
A bolsa brasileira terminou quase no zero a zero nesta 2ªF – como na última sessão –, ficando atrás dos ganhos em NY. Os investidores globais apresentaram apetite moderado diante das incertezas com a guerra no Irã, com Trump ameaçando tomar o país amanhã à noite se não houver acordo. O Ibovespa fechou com leve valorização de 0,06%, aos 188.161,97 pontos, e giro fraco, de R$ 18,5 bilhões. Entre as blue chips, destaque para Petrobras e os principais bancos. As ações da estatal subiram (PN +1,64%, a R$ 48,94; e ON +1,15%, a R$ 53,71), no embalo do avanço do petróleo. Na seara das instituições financeiras, Bradesco registrou alta de 1,10% (R$ 19,33), BTG +0,77% (R$ 57,71), BB +0,17% (R$ 23,43) e Itaú PN +0,44% (R$ 43,49). Santander foi exceção e caiu 0,54% (R$ 31,06). A Vale também recuou (-0,55%; R$ 83,09), em linha com o minério de ferro (-0,45%). Brava Energia liderou os ganhos do Ibovespa com +3,08% (R$ 21,10), seguida de Eneva (+2,57%; R$ 25,52) e Caixa Seguridade (+1,73%; R$ 18,78). Na outra ponta, Braskem PNA foi a que mais caiu (-7,59%; R$ 8,40), acompanhada de Azzas (-4,61%; R$ 24,00) e Cyrela PN (-3,05%; R$ 24,80). (Márcio Anaya)