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Ibovespa fecha praticamente estável, sustentado por Petrobras e bancos
A bolsa brasileira terminou quase no zero a zero nesta 2ªF – como na última sessão –, ficando atrás dos ganhos em NY. Os investidores globais apresentaram apetite moderado diante das incertezas com a guerra no Irã, com Trump ameaçando tomar o país amanhã à noite se não houver acordo. O Ibovespa fechou com leve valorização de 0,06%, aos 188.161,97 pontos, e giro fraco, de R$ 18,5 bilhões. Entre as blue chips, destaque para Petrobras e os principais bancos. As ações da estatal subiram (PN +1,64%, a R$ 48,94; e ON +1,15%, a R$ 53,71), no embalo do avanço do petróleo. Na seara das instituições financeiras, Bradesco registrou alta de 1,10% (R$ 19,33), BTG +0,77% (R$ 57,71), BB +0,17% (R$ 23,43) e Itaú PN +0,44% (R$ 43,49). Santander foi exceção e caiu 0,54% (R$ 31,06). A Vale também recuou (-0,55%; R$ 83,09), em linha com o minério de ferro (-0,45%). Brava Energia liderou os ganhos do Ibovespa com +3,08% (R$ 21,10), seguida de Eneva (+2,57%; R$ 25,52) e Caixa Seguridade (+1,73%; R$ 18,78). Na outra ponta, Braskem PNA foi a que mais caiu (-7,59%; R$ 8,40), acompanhada de Azzas (-4,61%; R$ 24,00) e Cyrela PN (-3,05%; R$ 24,80). (Márcio Anaya)
++ NY/Fechamento: Dow Jones sobe 0,36%, aos 46.669,88 pontos; S&P500 +0,45% (6.611,83); Nasdaq +0,54% (21.996,34)