Ouro fecha estável em meio a cessar-fogo em Gaza e dólar em alta

As cotações do ouro fecharam em torno da estabilidade, num mercado volátil em meio ao cessar-fogo em Gaza, que aumenta o apetite de investidores por risco, e a alta do dólar, que pressiona as commodities.

Mais à frente, as incertezas em torno da política comercial de Donald Trump reforça o papel do ouro como ativo de segurança.

Na Comex, o ouro para fevereiro fechou em US$ 2.748,70 por onça-troy (-0,08%). Na semana, o metal teve alta de 1,24%.

(BDM Online + agências)

NY sobe antes da posse de Trump; dados da China elevam Ibovespa

[17/1/2025] Da Redação do Bom Dia Mercado

As bolsas sobem em NY, com o S&P500 e o Dow Jones a caminho da melhor semana desde novembro, com investidores antecipando mudanças amigáveis ao mercado sob Trump 2. A notícia de que o presidente eleito dos EUA e o chinês Xi Jinping tiveram uma conversa sobre comércio hoje ajudou o sentimento positivo do dia.

O Nasdaq puxa os ganhos (+1,70%), impulsionado pelas big techs. O S&P 500 sobe 1,26% e o Dow Jones avança 1,14%. Juros dos Treasuries têm ligeira alta, depois de dois dias em queda, e o índice dólar também sobe, 0,30%, a 109,285.

Por aqui, os dados positivos de atividade na China, divulgados ontem à noite, dão fôlego aos ativos.

Vale tem forte alta de 2,85%, acompanhando a alta do minério de ferro em Dalian (1,71%), puxando a alta de 1,11%, a 122.574 pontos do Ibovespa.

O dólar virou há pouco e passou a subir 0,08%, a R$ 6,0583. Nos juros, as taxas curtas estão perto da estabilidade, mas os vencimentos Jan31 e Jan33 sobem mais de 0,13pp, descolados do otimismo do dia.

(Ana Conceição)

Bolsas europeias sobem na expectativa de queda de juros; Frankfurt e Londres batem recordes

As principais bolsas europeias fecharam em alta hoje, com as bolsas de Londres e Frankfurt renovando níveis recordes. As perspectivas de relaxamento monetária pelo BCE, BoE e Fed tem impulsionado as ações, assim como uma temporada de balanços que começou positiva.

A extensão do rali europeu se deve ao alívio proporcionado pela queda nos rendimentos de títulos soberanos locais e dos EUA, avalia o Swissquote.

O banco suíço nota que os mercados passaram a precificar mais flexibilização monetária dos dois lados do Atlântico, embora dados recentes ainda indiquem persistência da inflação.

Em Frankfurt, o DAX avançou 1,17%, a 20.897,46 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,98%, a 7.709,75 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 1,35%, a 8.505,22 pontos. O índice Stoxx 600 subiu 0,72%, aos 523,80 pontos.

(BDM Online)