Volátil, Ibovespa termina sessão quase estável; em NY, S&P500 se destaca entre os índices
[18/2/2025] Da Redação do Bom Dia Mercado
Em um pregão volátil, o Ibovespa terminou a sessão praticamente estável, em leve baixa de 0,02%, aos 128.531,71 pontos, após três dias seguidos de ganhos. O volume somou R$ 22,7 bilhões.
O desempenho de Petrobras e Vale limitaram as perdas do índice. Petrobras ON registrou +1,86% (R$ 42,08) e Petrobras PN, +1,83% (R$ 38,360. O papel da mineradora subiu 0,67%, a R$ 55,74.
O dólar à vista fechou em baixa de 0,41%, a R$ 5,6893. Por sua vez, os juros futuros ficaram perto da estabilidade, em meio a uma agenda fraca de indicadores e com a queda do dólar diante do real compensando o avanços das taxas dos Treasuries.
Em NY, na volta do feriado, as bolsas fecharam majoritariamente estáveis, com destaque para a performance do S&P500, que bateu recorde histórico intradia (6.129,63 pontos), segundos antes do término da sessão, e no fechamento.
Dow Jones subiu 0,02% (44.556,34). S&P500 subiu 0,24% (6.129,58). Nasdaq ganhou 0,07% (20.041,26).
(Igor Giannasi)
Juros futuros ignoram avanço dos Treasuries e fecham estáveis com alívio no câmbio, em dia de agenda fraca
Os juros futuros fecharam perto da estabilidade nesta terça-feira, em meio a uma agenda fraca de indicadores e com a queda do dólar diante do real compensando o avanços das taxas dos Treasuries, que poderiam influenciar os vencimentos mais longos.
O único dado do dia, o IPC-Fipe, que mede a inflação na cidade de São Paulo, mostrou alta marginal de 0,01% na segunda quadrissemana de fevereiro, após alta de 0,17% na primeira quadrissemana.
Os investidores também acompanharam o leilão do Tesouro, que vendeu o lote integral de 1,15 milhão de LFT e de 5 milhões de NTN-B.
No fechamento, o DI para janeiro de 2026 marcava 14,675% (de 14,665% no fechamento anterior); Jan/27 a 14,560% (14,575%); Jan/29 a 14,315% (14,315%); Jan/31 a 14,310% (14,310%); e Jan/33 a 14,250% (14,250%).
(Téo Takar)
Dólar fecha abaixo dos R$ 5,70 com captação externa do Tesouro e leilão de linha do BC
O dólar à vista seguiu na contramão da alta da moeda americana no exterior e voltou a furar o piso dos R$ 5,70 nesta terça-feira, apoiado pela primeira emissão externa do Tesouro e por um leilão de linha do BC.
Segundo fontes do Broadcast, o Tesouro levantou US$ 2 bilhões em bonds de 10 anos, com taxa de 6,75%. A demanda alcançou US$ 6,5 bilhões. Já o leilão de linha do BC somou US$ 3 bilhões e teve como finalidade a rolagem de uma recompra do mesmo montante que está prevista para o dia 6 de março.
Lá fora, o dólar avançava diante da ausência de avanços concretos para um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.
O dólar à vista fechou em baixa de 0,41%, a R$ 5,6893, após oscilar entre R$ 5,6758 e R$ 5,7244. Às 17h08, o dólar futuro para março caía 0,47%, a R$ 5,6970.
No exterior, o índice DXY avançava 0,45%, para 107,055 pontos. O euro caía 0,36%, a US$ 1,0445. E a libra perdia 0,19%, a US$ 1,2599.
(Téo Takar)