Petróleo cai com alívio de tensões geopolíticas, de olho em acordos comerciais dos EUA e reunião da Opep+
A Bloomberg noticiou, porém, que os delegados já começaram a discutir um aumento de produção em 411 mil barris por dia em agosto.
Além disso, o Baker Hughes (EUA) trouxe que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade diminui em 7 na semana, para 425.
Na sessão de hoje, o contrato do Brent para setembro caiu 0,45%, a US$ 68,80 por barril na ICE, enquanto o WTI para agosto recuou 2,26%, a US$ 67,00 por barril na Nymex.
Petróleo sobe 3% após Irã suspender cooperação com AIEA e sinais de queda na perfuração nos EUA
Após apresentar grande volatilidade, os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta na sessão de hoje.
O comportamento deriva de uma série de fatores, principalmente a decisão do Irã de suspender a cooperação com a AIEA, órgão de vigilância nuclear da ONU.
Pesou ainda uma pesquisa do Fed de Dallas mostrando que 42% das grandes empresas de produção de petróleo dos EUA esperam reduzir significativamente a perfuração, segundo noticiou o ForexLive.
A oscilação ocorre mesmo diante da notícia de aumento nos estoques nos EUA na semana passada, de 3,845 milhões de barris, ante previsão de -2 milhões.
O contrato do Brent para setembro subiu 2,98%, a US$ 69,11 por barril na ICE, enquanto o WTI para agosto avançou 3,06%, a US$ 67,45 por barril na Nymex.
Ibovespa termina sessão acima de 139 mil pontos em dia de volume fraco; NY fica sem direção única
A bolsa brasileira se sustentou em terreno positivo nesta terça-feira, acima dos 139 mil pontos, com os investidores locais monitorando principalmente a decisão do governo de recorrer ao STF contra o decreto do Congresso que derrubou a elevação do IOF, além das movimentações de partidos que podem abandonar o apoio a Lula.
O Ibovespa fechou a sessão em alta de 0,50%, aos 139.549,43 pontos, com giro de R$ 17,1 bilhões, abaixo da média.
Os destaques do pregão incluem Vale e Itaú, ambos na lista dos mais negociados.
A primeira avançou 1,35% (R$ 53,36), contrariando o comportamento do minério em Dalian (-1,32%), enquanto o banco subiu 0,46% (R$ 37,10).
Petrobras acompanhou o petróleo e também fechou em alta (ON +0,41, a R$ 34,23 e PN +0,35%, a R$ 31,49).
O dólar à vista passou por correção após três sessões em forte baixa e terminou o dia em alta moderada diante do real. A moeda americana fechou com ganho de 0,50%, a R$ 5,4612.
Depois das marcas históricas da véspera, as bolsas em NY ficaram sem direção única, com os investidores avaliando dados da economia dos EUA, como o Jolts de maio acima do esperado, e falas do presidente do Fed, Jerome Powell, que, em evento em Portugal, afirmou que o BC americano já teria cortado juros no país caso não houvesse tarifas.
Dow Jones subiu 0,91% (44.495,06). S&P500 caiu 0,11% (6.198,01). Nasdaq recuou 0,82% (20.202,89). Os retornos dos Treasuries também ficaram mistos.