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++ Carrefour: Eric Alexandre Alencar renúncia aos cargos de presidente do Conselho de Administração, de diretor vice-presidente de finanças e de diretor de relações com investidores

++ O diretor-presidente da companhia, Pablo Hector Lorenzo, vai acumular, temporariamente, o posto de diretor de RI

++ Nelcina Conceição de Oliveira Tropardi foi eleita para presidir o colegiado

Juros curtos reagem ao Caged e Galípolo; longos acompanham cenário externo

Os juros futuros tiveram uma sessão volátil nesta quarta-feira, com investidores dividindo atenções entre a briga de Trump com o Fed e boatos sobre números muito fracos do Caged, que não se confirmaram.

A ausência de novos ataques do presidente americano e a indicação de Lisa Cook deve permanecer no cargo trouxe alívio aos Treasuries, que colaboraram para os DIs longos mostrarem alta modesta.

Já os vencimentos curtos recuaram com boatos de que o Caged apontaria 106 mil vagas em julho, mas depois voltaram à estabilidade com o dado oficial, que mostrou uma desaceleração mais modesta, para 129 mil empregos, dos 166,6 mil registrados em junho, e mais próxima da expectativa do mercado, de 135 mil.

A queda das taxas curtas também perdeu força com a fala de Galípolo, que reiterou que a Selic permanecerá elevada por longo período para que a inflação convirja para o centro da meta. No fechamento, o DI para janeiro de 2026 marcava 14,890% (de 14,895% no ajuste anterior); Jan/27 a 13,965% (13,977%); Jan/29 a 13,245% (13,244%); Jan/31 a 13,610% (13,586%); Jan/33 a 13,810% (13,767%).

Fechamento: Ibovespa sobe com Caged e retoma 139 mil pontos; S&P500 renova recorde

A bolsa fechou em alta nesta quarta-feira, seguindo o bom humor em NY e ganhando impulso do meio da tarde em diante, após a divulgação do Caged – que mostrou a criação de 129,7 mil vagas de trabalho em julho, abaixo da expectativa de 135 mil.

A desaceleração (166,6 mil no mês anterior) abre espaço para apostas em um início antecipado do ciclo de reduções da Selic.

O Ibovespa terminou a sessão com ganho de 1,04%, aos 139.205,81 pontos, com giro de R$ 17,1 bilhões.

Petrobras subiu (ON +0,58%, a R$ 33,08; e PN +0,76%, a R$ 30,66), embalada pelo petróleo, enquanto Vale ficou praticamente estável (-0,05%; R$ 55,38), em dia de queda do minério.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,32%, a R$ 5,4170, em uma sessão de maior apetite global ao risco.

Em NY, as bolsas terminaram o pregão registrando ganho moderado, mas com S&P500 renovando recorde, com as expectativas dos investidores voltadas para os números trimestrais da Nvidia, reportados após o fechamento.

Além disso, o mercado segue acompanhando a tentativa de Donald Trump de demitir Lisa Cook do Fed.

Dow Jones subiu 0,32% (45.565,11). S&P500 ganhou 0,24% (6.481,40). Nasdaq avançou 0,21% (21.590,14). Já os retornos dos Treasuries cederam.

Fechamento dos Mercados

▫️ IBOVESPA: +1,04% | 139.205,81

▫️ DOW JONES: +0,32% | 45.565,11 pts

▫️ S&P500: +0,24% | 6.481,40 pts

▫️ NASDAQ: +0,21% | 21.590,14 pts

▫️ DÓLAR: -0,32% | R$ 5,4170

▫️ EURO: -0,35% | R$ 6,3027

▫️ BITCOIN: +0,72% | US$ 112.600,00