NY registra alta consistente após recuo de Trump

NY registra alta consistente após recuo de Trump sobre tarifas extras a países europeus contrários à anexação da Groelândia

As bolsas em NY dispararam após a informação de que o presidente Donald Trump suspendeu as tarifas extras a países europeus contrários à anexação da Groenlândia aos EUA. Mais cedo, os índices já haviam apresentado melhora quando o líder americano afirmou que não usaria a força para alcançar seu objetivo. Por fim, o mercado de ações desacelerou um pouco, mas ainda fechou com alta consistente. O Dow Jones subiu 1,21%, aos 49.077,23 pontos. O S&P500 ganhou 1,16%, aos 6.875,62 pontos. O Nasdaq avançou 1,18%, aos 23.224,82 pontos. No dia seguinte à divulgação de seu balanço, em que lucro e receita vieram acima das estimativas, os papéis da Netflix tiveram forte queda diante da projeção de margem mais fraca do que o esperado. Assim, os ativos da empresa fecharam com baixa de 2,18%. Os retornos dos Treasuries também cederam. O juro da T-Note de 2 anos recuou 3,599%, de 3,605% na sessão anterior, e o da T-Note de 10 anos caiu a 4,254%, de 4,300%. O do T-Bond de 30 anos recuou a 4,872%, de 4,924%. (Igor Giannasi)

++ Petrobras informa que a companhia registrou a

++ Petrobras informa que a companhia registrou aumento no fator de utilização de refinarias (FUT) entre 2023 e 2025

++ No período, a média do FUT foi de 92%, segundo a estatal, devido a ganhos em eficiência operacional, otimização de ativos e investimentos na modernização de unidades

A companhia já projeta “avanço expressivo” no FUT em 2025, ainda que não tenha divulgado os dados consolidados do ano passado.

Dólar derrete com entrada de fluxo gringo após pesquisa eleitoral e recuo de Trump sobre Groenlândia 

O dólar à vista caiu forte diante do real nesta quarta-feira, apoiado pelo intenso fluxo de entrada de capital estrangeiro, acompanhando movimento visto com moedas de outros mercados emergentes, como os pesos mexicano (-0,69%, a 17,48 pesos) e chileno (-1,20%, a 874,60 pesos).

A queda da moeda no cenário doméstico teve como pano de fundo uma nova pesquisa eleitoral, apontando redução da vantagem de Lula em relação a Flávio Bolsonaro na disputa à Presidência da República.

Além disso, a melhora do clima no exterior, após as declarações de Donald Trump em Davos, descartando um ataque militar contra a Groenlândia e recuando da decisão de impor tarifas extras a oito países europeus, motivaram uma busca dos investidores por ativos de risco.

O dólar à vista fechou em baixa de 1,11%, a R$ 5,3208, após oscilar entre R$ 5,3153 e R$ 5,3727. Às 17h04, o dólar futuro para fevereiro caía 1,13%, a R$ 5,3315.

Lá fora, o índice DXY subia 0,16%, para 98,801 pontos. O euro caía 0,32%, a US$ 1,1687. E a libra perdia 0,19%, a US$ 1,3420.