Fechamento: Ibovespa fecha em alta com rumores de pacote de corte de gastos

[14/10/2024] Da Redação do Bom Dia Mercado…

Rumores de que o governo prepara um pacote de corte de gastos animaram o mercado local nesta 2ªF e o Ibovespa fechou alta de 0,78%, aos 131.005,25 pontos. O volume financeiro do dia ainda foi baixo (R$ 19,3 bi).

Por outro lado, Vale cedeu 0,32%, diante da cautela dos investidores na véspera da divulgação do relatório de produção e vendas do 3TRI da mineradora. Já Petrobras ficou mista, com a ação ON caindo 0,17% e a PN subindo 0,24%.

Os juros futuros fecharam com queda (DI Jan26 a 12,530%), devolvendo exageros das últimas sessões. O dólar à vista fechou em baixa de 0,58%, a R$ 5,5827.

Em NY, as bolsas também avançaram, com Dow Jones e S&P500 renovando recordes de fechamento. Dow Jones subiu 0,47% (43.065,22 pontos), S&P500 ganhou 0,77% (5.859,85 pontos) e Nasdaq avançou 0,87% (18.502,69 pontos).

Já o mercado de Treasuries ficou fechado devido ao feriado de Columbus Day.

(Igor Giannasi)

Juros devolvem exageros das últimas sessões

As taxas dos DIs fecharam com queda, que chegou a mais de 0,20pp nos vencimentos médios e longos, devolvendo parte da forte alta acumulada nas três sessões anteriores, quando foram pressionadas por temores fiscais.

O pontapé para a realização foi a informação da Reuters de que o governo prepara um pacote de contenção de gastos, a ser anunciado depois das eleições.

Houve também certo alívio com a promessa de Fernando Haddad de que a isenção do IR para salários de até R$ 5 mil será feita com neutralidade fiscal.

Hoje, o DI para Jan26 caiu a 12,530% (12,663%); Jan27 a 12,645% (12,854%); Jan29 a 12,620% (12,845%); Jan31 a 12,580% (12,784%); Jan33 a 12,500% (12,696%).

(Ana Conceição)

Dólar recua com sinalizações de Haddad e Galípolo e expectativa de corte de gastos

O dólar recuou diante do real nesta segunda-feira, com a melhora da percepção dos investidores sobre o risco fiscal doméstico.

O mercado iniciou o dia com declarações positivas de Gabriel Galípolo, de que vai continuar perseguindo a meta de 3% de inflação em 2025, afastando receios de ingerência política do novo presidente do BC. Fernando Haddad defendeu um trabalho conjunto entre Fazenda e BC e disse que haverá boas surpresas sobre isso em 2025.

À tarde, rumores de que o governo pretende anunciar um pacote de corte de gastos após o 2º turno das eleições municipais ajudaram a manter o real valorizado.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,58%, a R$ 5,5827, após oscilar entre R$ 5,5660 e R$ 5,6519. Às 17h03, o dólar futuro para novembro caía 0,33%, a R$ 5,5975. Lá fora, o índice DXY subia 0,34%, aos 103,239 pontos. O euro caía 0,27%, a US$ 1,0904. E a libra perdia 0,09%, a US$ 1,3056.

(Téo Takar)