Frigoríficos se destacam entre as maiores altas; Minerva é exceção
Papéis de frigoríficos se destacam entre as maiores altas do Ibovespa na sessão desta 3ªF. Analistas apontam que as exportações de proteínas brasileiras permanecem sólidas, com forte desempenho de volume.
Por volta das 16h23, a ação da JBS avançava 2,14%, a R$ 33,44, terceira maior alta do pregão. Também no ranking positivo ganhava 1,52%, a R$ 23,31. Marfrig subia 1,14% (R$ 13,32).
Já Marfrig cedia 0,72% (R$ 5,51). A avaliação é de que o ativo da empresa sofre mais por conta da alta da arroba do boi, além dos juros, que seguem elevados.
Petróleo cai após AIE cortar previsão de demanda e Israel sinalizar que não atacará produção do Irã
O petróleo registrou forte queda nesta terça-feira, após a Agência Internacional de Energia (AIE) cortar, pelo terceiro mês seguido, sua projeção de crescimento da demanda global pela commodity neste ano, especialmente por conta da queda das importações da China.
Os preços refletiram também os sinais de alívio das tensões no Oriente Médio. Segundo autoridades americanas, Israel teria sinalizado aos EUA que não atacará áreas de produção de petróleo ou energia nuclear do Irã, focando apenas nas estruturas militares.
O barril do Brent para dezembro caiu 4,14%, a US$ 74,25, na ICE. O WTI para novembro recuou 4,40%, a US$ 70,58 por barril, na Nymex.
(BDM Online + agências)
Ouro sobe com investidor ainda cauteloso sobre estratégia de Israel
Apesar das informações de que Israel não pretende atacar áreas de produção de petróleo e energia nuclear do Irã, investidores preferiram manter um pé atrás em relação ao alívio das tensões no Oriente médio e voltaram a comprar proteção no ouro nesta 3ªF.
O contrato para dezembro subiu 0,50%, a US$ 2.678,90 por onça-troy na Comex.
(BDM Online + agências)