Fechamento: Ibovespa fecha em leve alta em sessão pressionada por commodities

[15/10/24] Da Redação do Bom Dia Mercado

Depois de uma sessão pressionado pela queda das commodities, o Ibovespa fechou com leve alta de 0,03%, aos 131.043,27 pontos, com volume de R$ 20,1 bilhões.

Petrobras ON registrou -1,14%, Petrobras PN, -0,82% e Vale, -1,23%. Também pesou sobre o ativo da mineradora a cautela antes do relatório de produção e vendas do 3TRI.

O dólar fechou em forte alta frente ao real, de 1,33%, a R$ 5,6570, acompanhando movimento visto contra outras divisas emergentes. Os juros futuros bateram nas máximas na reta final da sessão (DI/Jan26 a 12,645%).

Em NY, mesmo com bancos reportando lucro por ação acima do esperado, NY fechou no vermelho com contaminação do setor de chips. Dow Jones recuou 0,75% (42.740,42 pontos), S&P500 caiu 0,76% (5.815,26 pontos) e Nasdaq perdeu 1,01% (18.315,59 pontos).

Os juros longos dos Treasuries recuaram na volta do feriado.

(Igor Giannasi)

Juros futuros avançam com pressão do dólar e incertezas sobre corte de gastos

Os juros futuros retomaram a tendência de alta a partir do começo da tarde, pressionados pela forte apreciação do dólar frente ao real e também por conta das incertezas sobre o tamanho do pacote de corte de gastos que foi ventilado ontem no mercado.

No fim da tarde, as taxas renovaram máximas, após a ministra Simone Tebet confirmar o pacote, mas afirmar que ele será o que a “política permite”, não o ideal. Sem informar o tamanho da economia prevista, a ministra disse que as medidas serão enviadas ainda neste ano ao Congresso para serem aprovadas até o fim do 1º semestre de 2025.

Tebet disse ainda que o presidente Lula vetou mudanças na política de aumento real do salário mínimo e sua vinculação às aposentadorias.

No fechamento, o DI Jan26 marcava 12,645%, na máxima do dia (de 12,530% no fechamento de ontem); jan27 a 12,775%, na máxima (12,645%); Jan29 a 12,770% (12,620%); Jan31 a 12,710% (12,580%); e Jan33 a 12,630% (12,500%).

(Téo Takar)

Dólar avança sobre divisas emergentes com fraqueza de commodities e fala de Trump

O dólar fechou em forte alta frente ao real nesta terça-feira, acompanhando movimento visto contra outras divisas emergentes, como os pesos mexicano e chileno. A valorização da moeda americana teve como estopim a queda nos preços das commodities, com destaque para o tombo do petróleo, mas se acentuou à tarde com uma entrevista de Donald Trump.

O candidato republicano indicou que, se for eleito, vai aumentar o protecionismo à indústria americana, impondo tarifas de importação, especialmente sobre produtos chineses.

O dólar à vista fechou em alta de 1,33%, a R$ 5,6570, após oscilar entre R$ 5,5823 e R$ 5,6654. Às 17h15, o dólar futuro para novembro subia 1,17%, para R$ 5,6625. Lá fora, o índice DXY tinha leve queda de 0,05%, aos 103,244 pontos. O euro caía 0,19%, a US$ 1,0888. E a libra subia 0,05%, para US$ 1,3065.

(Téo Takar)